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Crédito pré-pago: como cobrar os meus motoristas?

fundo verde com um celular com símbolo de dinheiro na tela

A funcionalidade de crédito pré-pago já é uma realidade nos aplicativos Machine. Motoristas e centrais têm diversas maneiras de utilizar o recurso.

Em 2021 foi ao ar o recurso de crédito pré-pago nos aplicativos de motoristas da Machine.

A ferramenta consiste numa forma prática e eficaz de fazer com que os motoristas parceiros realizem os repasses de valores às centrais que administram os aplicativos.

O sustento e lucro das centrais se dá através da cobrança de valores, porcentagens ou mensalidades sobre as corridas feitas pelos motoristas. Ou seja, se em determinado aplicativo há uma taxa de R$ 1 por corrida feita, a ferramenta de crédito pré-pago é uma forma de garantir que essa quantia seja paga.

O sistema de crédito pré-pago funciona por meio de recargas que o motorista faz, de modo que, ao completar uma viagem, a taxa do app seja automaticamente debitada dessa quantia.

Essas cobranças são inevitáveis e recorrentes em qualquer aplicativo, então nada mais justo que aconteçam da forma mais simples e intuitiva possível.

Confira o guia completo que produzimos sobre como funciona a ferramenta de controle de créditos, clicando aqui.

No conteúdo de hoje traremos  justamente exemplos das formas pelas quais os motoristas podem efetuar as recargas de créditos para as centrais, já que a Machine não interfere nas suas transações de crédito pré-pago, cuidando apenas do registro e controle das cobranças.

E lembre, colocamos abaixo algumas dicas de formas de pagamento para cobrar seus motoristas, a recarga deve ser feita pelo gestor do aplicativo dentro da própria plataforma. Veja como no vídeo abaixo:

Dinheiro físico

A primeira forma que o motorista parceiro tem para realizar o repasse é entregando o dinheiro diretamente para o responsável pela gestão do app.

No entanto, com as precauções necessárias na pandemia do coronavírus essa não é a opção mais indicada no momento.

Além disso, não é a forma mais eficiente já que a tecnologia nos apresentou métodos de pagamento que nos permitem realizar transferências sem nem mesmo sair de casa.

Boleto bancário

Uma das mais tradicionais formas de pagamento, o boleto consiste em um documento que define um valor a ser pago, dentro de um prazo com uma data de validade limite.

A vantagem é que os boletos podem ser gerados de forma automatizada sem a necessidade de se informar quem irá pagar pela cobrança. Dessa forma, bastaria apenas que o motorista solicitasse a geração do mesmo, para que já pudesse realizar o pagamento.

Porém, é importante ressaltar que existe um período antes que o dinheiro seja transferido para o caixa da empresa. Esse período varia de acordo com o banco, mas normalmente ocorre em até 1 dia útil.

Transferências DOC e TED

TED e DOC são os métodos clássicos de transferências monetárias entre bancos. A vantagem desses métodos é a transação direto entre contas, sem a necessidade de saques, depósitos ou precisar ter boletos em mãos.

A diferença entre os métodos é que, no caso da TED, o dinheiro cai no mesmo dia se realizado antes das 17h e permite transferências maiores que 5 mil reais. Já no DOC, o dinheiro cai no dia seguinte, caso sejam feitas até as 22h e o valor máximo é de 4999,99 reais.

Em sua maioria, as instituições cobram tarifas para TED ou DOC para outros bancos. Os valores variam conforme a instituição na qual você tem conta.

Para serem realizadas o pagador precisa ter acesso a alguns dados:

  • CNPJ de quem vai receber o dinheiro;
  • Valor a ser transferido;
  • Tipo de conta (corrente ou poupança);
  • Dados bancários (agência, conta e código do banco).

Pix

O outro método de transferências diretas entre contas é o PIX, o novo queridinho dos brasileiros.

O Pix é o pagamento instantâneo do Banco Central do Brasil, que realiza transferências em no máximo 10 segundos. Para isso, é necessário fazer um cadastro dentro da sua instituição financeira.

Você precisa cadastrar uma “chave” de acesso, que pode ser o CNPJ, e-mail e número de celular, entre outras.

Esse cadastro é feito diretamente no aplicativo do seu banco de forma bem simples.

Após o cadastro basta disponibilizar sua chave PIX para os motoristas, para que eles efetuem as transações de acordo com o valor de créditos que quiserem adquirir.

É possível também definir valores fixos, através do código PIX estático, que é um código vinculado a um QR code.

O PIX não possui taxas, mas é necessário que ambas as partes possuam o cadastro.

WhatsApp Pay

O WhatsApp Pay é a ferramenta de pagamento do principal e mais utilizado aplicativo de mensagens do Brasil. Seu uso se torna interessante, justamente pelo fato de que a esmagadora maioria da população já utiliza o aplicativo.

Com uma lógica semelhante ao Pix, o WhatsApp Pay permite realizar transações diretamente entre bancos instantaneamente, pelo chat do mensageiro.

A funcionalidade é acessível tanto para transações nas conversas normais, quanto para negociações e pagamentos para as contas comerciais do WhatsApp Business, possibilitando que negócios usufruam da ferramenta.

PicPay e Paypal

PicPay e Paypal são carteiras digitais, que permitem que você guarde dinheiro que vem de diferentes fontes de pagamento e permitindo que esse saldo seja manipulado de diversas maneiras.

É possível transferir dinheiro para lá por meio de boleto bancário, DOC e TED, cartão de débito, Pix, dentre outras.

Por serem carteiras virtuais, são úteis para pagamentos e recebimentos, mas é necessário que ambas as partes possuam as ferramentas.

Por meio dos aplicativos é possível gerar links ou QR codes de pagamentos, que facilitam as negociações.