Cooperativa dos motoristas de Nova Iorque pretende concorrer com Uber e Lyft

Cerca de 2500 motoristas em Nova Iorque já se cadastraram na cooperativa que pretende bater de frente com os grandes nomes do mercado da mobilidade urbana.

Motoristas insatisfeitos se juntam e criam seu próprio aplicativo.

Se você já acompanha a Machine há algum tempo, sabe que essa é a história de muitos dos nossos clientes. 

Mas o fato que vamos narrar aqui está acontecendo em um lugar um pouco mais distante.

No final do último mês de Maio, a jornalista do New York Times, Kate Conger, publicou uma matéria sobre uma cooperativa de motoristas que está se juntando para competir com a Uber e com a Lyft em Nova Iorque.

A Cooperativa dos Motoristas pretende criar melhores condições para os profissionais da cidade, oferecendo, é claro, ganhos maiores.

Segundo a reportagem, o grupo pretende pagar 10% a mais do que é pago aos taxistas e até aos motoristas de Limusine da cidade. 

Uber enfrenta escassez de motoristas no país

E para apimentar essa competição, todo esse movimento acontece durante uma crise de escassez de motoristas nos Estados Unidos. 

Segundo relatório da própria empresa, no primeiro trimestre do ano, a Uber contou com 3,5 milhões de motoristas e entregadores ativos. Isso representou apenas 22% do que no mesmo período do ano anterior.

E para conter essa queda de motoristas, a Uber apostou em bônus e aumentos de tarifas. A empresa revelou que um motorista em Nova Iorque ganhou em média US$ 37,44 por hora no mês de março.

Porém, a expectativa é que assim que a crise causada pela pandemia acabe e os motoristas retornem, os ganhos voltem a cair.

Fundadores da cooperativa dos motoristas se uniram por motivos diferentes

Fonte: The Drivers Cooperative/Instagram

A cooperativa foi fundada por um trio, no mínimo, curioso. Um motorista particular, um líder sindical e nada mais e nada menos que uma ex-alta funcionária da Uber.

Alissa Orlando foi chefe de operações da empresa no Leste da África. Ela conta que decidiu deixar a Uber depois de presenciar protestos de motoristas contra as reduções salariais. 

Passou então a pesquisar sobre cooperativas durante a pandemia e acabou se juntando ao motorista Ken Lewis e ao sindicalista Erik Forman para montar a cooperativa dos motoristas de Nova Iorque.

Nesse tipo de modelo, cada um dos membros é dono do negócio e recebem dividendos sobre os lucros obtidos pela empresa.

Ou seja, além dos ganhos que os motoristas tiverem nas viagens, o lucro da cooperativa terá parte redistribuída para seus cooperados.

2500 motoristas já fazem parte da iniciativa, que além de lutar por melhores ganhos para os motoristas, pretende abordar outras questões como as tarifas predatórias de empréstimos veiculares e as desativações inesperadas.

Para isso, eles contam com uma parceria com a União de Crédito Federal Popular da Zona Leste, uma espécie de cooperativa de crédito nos Estados Unidos. O objetivo é refinanciar as dívidas de motoristas que compraram veículos para dirigir pelos apps.

Os fundadores da cooperativa contam que a tecnologia utilizada pelo grupo foi doada por voluntários.

O aplicativo da cooperativa, o COOP, começou a funcionar no início de junho.

O aplicativo da cooperativa está funcionando desde o início de junho. Foto: The Drivers Cooperative/Play Store

Ainda é cedo para falar se a iniciativa terá sucesso, mas é interessante reparar o movimento, que já observamos há algum tempo, tomando outros lugares do planeta.

Na Machine, reparamos que a união entre motoristas, empresários locais e a população é uma das principais chaves de sucesso para esse tipo de modelo. 

E você? O que acha da iniciativa? Conhece alguma parecida na sua cidade?

Leia o artigo completo do New York Times (em inglês).

Kovi: locadora de aluguel de carros para motoristas de aplicativo

A Kovi é uma empresa brasileira que aluga carros para motoristas que desejam dirigir pelos aplicativos de transporte. Vamos conhecer?

O mercado da mobilidade urbana segue em constante expansão e desenvolvimento, indo além de somente aplicativos de transporte.

Para atender as necessidades de passageiros, motoristas e dos próprios aplicativos, surgem a cada dia novas ideias e negócios em diversas áreas, que direta ou indiretamente, fomentam o setor da mobilidade.

Um desses negócios é a Kovi. A scale-up fundada em 2018, veio com a proposta de revolucionar as dinâmicas atuais do mercado de transportes, além de solucionar uma das principais dores dos motoristas de aplicativos.

O negócio da empresa é o aluguel de veículos novos para quem já é ou deseja se tornar um motorista de aplicativo.

São oferecidos diversos modelos de carros, mas o foco está nos modelos Sedan, que atende as principais categorias dos apps de mobilidade. Todos os veículos tiveram lançamento a partir de 2018, contam com uma baixa quilometragem e possuem monitoramento 24h.

Dessa forma, o locatário pode se inserir no mercado da mobilidade em condições adequadas e por um baixo custo.

Essa visão remete a experiência dos fundadores da Kovi. Adhemar Milani e João Costa, ambos ex-funcionários com atuação na área de produto da 99, presenciaram em primeira mão a dificuldade do acesso a um carro. Os altos custos de financiamento e manutenção de veículos muitas vezes inibiam motoristas em potencial.

Kovi: como funciona?

A locação com a Kovi é pré-paga e semanal. Ou seja, você paga antes para poder rodar com o veículo. Os custos vencem no mesmo dia da semana em que o contrato foi assinado, sendo que esse possui renovação automática.

O valor do aluguel é baseado na quilometragem rodada na semana anterior e a cobrança será baseada em uma tabela pré-estabelecida. Detalharemos melhor no tópico de planos.

Além disso, os pagamentos podem ser feitos via boleto bancário ou cartão de crédito, mas não há obrigatoriedade de possuir um cartão.

Pré-requisitos

Para se cadastrar na Kovi é necessário atender a algumas simples condições.

  • Ter CNH definitiva válida.
  • Não ter mais de 33 pontos na CNH.
  • Ter uma vaga na garagem para guardar o veículo.
  • Ter pelo menos 21 anos.
  • Não possuir antecedentes criminais.

Como começar?

Para alugar um veículo na Kovi são necessários seguir alguns passos:

  1. Se cadastrar via website ou aplicativo.
  2. Aguardar o e-mail, WhatsApp ou SMS, com o resultado da análise dos seus dados.
  3. Pagar a caução e a 1ª semana.
  4. Agendar o horário de retirada do veículo.

Planos

A Kovi possui dois contratos, um de curto e outro de longo prazo. A escolha vai depender dos interesses de quem aluga e de como pretende utilizar o veículo.

No aspecto geral, novos motoristas pagam uma caução de R$ 800 + o valor da primeira semana, que é R$ 419, e na semana seguinte já terão o valor reajustado de acordo com os quilômetros que rodar.

A caução é um valor de resguardo para a empresa após o fim do contrato, e que será devolvido em até 3 meses após o fim do acordo. Esse é o período que multas de trânsito podem levar para serem catalogadas, sendo esse o motivo da cobrança dessa taxa.

Vale ressaltar, que ambos os planos possuem veículos de variados padrões (hatch, sedan ou premium). Isso significa que você pode adquirir um veículo do seu gosto em qualquer categoria. Os valores semanais que mostraremos são os da linha sedan, a mais pedida no mercado.

Kovi do Seu Jeito

Esse é o plano de curto prazo da Kovi. Ele exige uma permanência mínima de 4 semanas ou há cobrança de multa contratual no valor de R$800.

Kovi MAX

O plano de longo prazo da Kovi. Ele exige uma permanência mínima de 12 meses ou há cobrança de multa contratual no valor de R$1600.

Além disso, ele oferece benefícios extras, como a garantia de um carro reserva e a possibilidade de trocar para um veículo 0 km ao decorrer de 1 ano.

Benefícios gerais

Algumas vantagens são oferecidas independente do plano escolhido:

  • Manutenções preventivas já inclusas na mensalidade.
  • Assistência 24 horas e sistema de monitoramento.
  • Controle de km rodados e outros recursos presentes na Central do Motorista.
  • Premiações para os melhores motoristas.
  • Sem cobrança por kms adicionais.

Confira mais informações sobre aluguel de carros para motoristas de aplicativo.

Pix para empresas: como criar uma chave para meu aplicativo de transporte?

O Pix, ferramenta de pagamento instantâneo do Banco Central do Brasil, pode ser muito útil para um aplicativo de transporte.

Qualquer negócio de transporte que queira ter sucesso precisa se manter ligado nas mudanças que ocorrem no ecossistema da mobilidade urbana.

Isso significa que é preciso estar atento às inovações que surgem e que têm potencial para melhorar e, muitas vezes, revolucionar a forma como se opera no cotidiano do serviço.

Um dos exemplos mais recentes de uma inovação que chegou com impacto ao cotidiano dos brasileiros foi o Pix.

O recurso de transferência entre contas, que ocorre em até 10 segundos, foi lançado no final de 2020 e de lá para cá marca presença na rotina da população.

Em março de 2021, 50 milhões de pessoas já haviam feito uma transferência via Pix.

Com um índice de aceitação tão grande entre a população, seria um tiro no pé se as instituições e as pessoas jurídicas não aderissem à ferramenta. Por isso, até maio de 2021, com cerca de 6 meses desde o seu lançamento, o Pix já contava com mais de 10 milhões de chaves cadastradas por pessoas jurídicas.

Dessa forma, em grandes e-commerces e até em apps de delivery de comida, já é possível pagar via Pix. Como é o caso do iFood.

Na Machine, os aplicativos de transporte podem se beneficiar do Pix de duas formas.

A primeira, é habilitar o Pix como forma de pagamento para seus passageiros.

Dessa forma, ao informar no app que deseja pagar via Pix, o passageiro pode transferir diretamente para a conta do motorista, assim que encerrar a viagem.

A segunda maneira é usar o Pix para receber as recargas dos motoristas. Além de transferir valores devidos para os profissionais, no caso de corridas faturadas ou pagas no cartão no app.

A seguir vamos mostrar o passo a passo para você cadastrar a chave pix do seu aplicativo de transporte e começar a receber ou enviar dinheiro em questão de segundos.

Como cadastrar a chave Pix para empresas?

É recomendado que o cadastro dessa chave seja feito com os dados da empresa (pessoa jurídica), para que não haja confusões entre as transferências pessoais e do negócio.

Criar a chave Pix do seu aplicativo é muito simples.

  1. Você define em qual conta e instituição deseja realizar as transações;
  2. Através do acesso virtual a conta, que pode ser feito pelo aplicativo de celular do banco ou no site, você seleciona a seção correspondente ao Pix;
  3. Defina o método de recebimento pelo Pix: chave Pix (CNPJ, e-mail, telefone celular ou chave aleatória) ou por QR Code (estático ou dinâmico);
  4. Em alguns casos pode ser necessária uma validação da criação, que deve ser feita em caixa eletrônico.

Ao contrário do Pix para pessoas físicas, os pagamentos instantâneos para PJ podem ser tarifados.

Porém, mesmo assim, as taxas costumam ser menores do que as de um TED ou DOC.

Isso sem falar que muitas contas digitais, como o Nubank, oferecem Pix gratuito na sua conta PJ para atrair as empresas.

Crédito pré-pago: formas de pagamento para oferecer aos meus motoristas

A funcionalidade de crédito pré-pago já é uma realidade nos aplicativos Machine. Motoristas e centrais têm diversas maneiras de utilizar o recurso.

Em 2021 foi ao ar o recurso de crédito pré-pago nos aplicativos de motoristas da Machine.

A ferramenta consiste numa forma prática e eficaz de fazer com que os motoristas parceiros realizem os repasses de valores às centrais que administram os aplicativos.

O sustento e lucro das centrais se dá através da cobrança de valores, porcentagens ou mensalidades sobre as corridas feitas pelos motoristas. Ou seja, se em determinado aplicativo há uma taxa de R$ 1 por corrida feita, a ferramenta de crédito pré-pago é uma forma de garantir que essa quantia seja paga.

O sistema de crédito pré-pago funciona por meio de recargas que o motorista faz, de modo que, ao completar uma viagem, a taxa do app seja automaticamente debitada dessa quantia.

Essas cobranças são inevitáveis e recorrentes em qualquer aplicativo, então nada mais justo que aconteçam da forma mais simples e intuitiva possível.

Confira o guia completo que produzimos sobre como funciona a ferramenta de controle de créditos, clicando aqui.

No conteúdo de hoje traremos  justamente exemplos das formas pelas quais os motoristas podem efetuar as recargas de créditos para as centrais, já que a Machine não interfere nas suas transações de crédito pré-pago, cuidando apenas do registro e controle das cobranças.

E lembre, colocamos abaixo algumas dicas de formas de pagamento para cobrar seus motoristas, a recarga deve ser feita pelo gestor do aplicativo dentro da própria plataforma. Veja como no vídeo abaixo:

Dinheiro físico

A primeira forma que o motorista parceiro tem para realizar o repasse é entregando o dinheiro diretamente para o responsável pela gestão do app.

No entanto, com as precauções necessárias na pandemia do coronavírus essa não é a opção mais indicada no momento.

Além disso, não é a forma mais eficiente já que a tecnologia nos apresentou métodos de pagamento que nos permitem realizar transferências sem nem mesmo sair de casa.

Boleto bancário

Uma das mais tradicionais formas de pagamento, o boleto consiste em um documento que define um valor a ser pago, dentro de um prazo com uma data de validade limite.

A vantagem é que os boletos podem ser gerados de forma automatizada sem a necessidade de se informar quem irá pagar pela cobrança. Dessa forma, bastaria apenas que o motorista solicitasse a geração do mesmo, para que já pudesse realizar o pagamento.

Porém, é importante ressaltar que existe um período antes que o dinheiro seja transferido para o caixa da empresa. Esse período varia de acordo com o banco, mas normalmente ocorre em até 1 dia útil.

Transferências DOC e TED

TED e DOC são os métodos clássicos de transferências monetárias entre bancos. A vantagem desses métodos é a transação direto entre contas, sem a necessidade de saques, depósitos ou precisar ter boletos em mãos.

A diferença entre os métodos é que, no caso da TED, o dinheiro cai no mesmo dia se realizado antes das 17h e permite transferências maiores que 5 mil reais. Já no DOC, o dinheiro cai no dia seguinte, caso sejam feitas até as 22h e o valor máximo é de 4999,99 reais.

Em sua maioria, as instituições cobram tarifas para TED ou DOC para outros bancos. Os valores variam conforme a instituição na qual você tem conta.

Para serem realizadas o pagador precisa ter acesso a alguns dados:

  • CNPJ de quem vai receber o dinheiro;
  • Valor a ser transferido;
  • Tipo de conta (corrente ou poupança);
  • Dados bancários (agência, conta e código do banco).

Pix

O outro método de transferências diretas entre contas é o PIX, o novo queridinho dos brasileiros.

O Pix é o pagamento instantâneo do Banco Central do Brasil, que realiza transferências em no máximo 10 segundos. Para isso, é necessário fazer um cadastro dentro da sua instituição financeira.

Você precisa cadastrar uma “chave” de acesso, que pode ser o CNPJ, e-mail e número de celular, entre outras.

Esse cadastro é feito diretamente no aplicativo do seu banco de forma bem simples.

Após o cadastro basta disponibilizar sua chave PIX para os motoristas, para que eles efetuem as transações de acordo com o valor de créditos que quiserem adquirir.

É possível também definir valores fixos, através do código PIX estático, que é um código vinculado a um QR code.

O PIX não possui taxas, mas é necessário que ambas as partes possuam o cadastro.

WhatsApp Pay

O WhatsApp Pay é a ferramenta de pagamento do principal e mais utilizado aplicativo de mensagens do Brasil. Seu uso se torna interessante, justamente pelo fato de que a esmagadora maioria da população já utiliza o aplicativo.

Com uma lógica semelhante ao Pix, o WhatsApp Pay permite realizar transações diretamente entre bancos instantaneamente, pelo chat do mensageiro.

A funcionalidade é acessível tanto para transações nas conversas normais, quanto para negociações e pagamentos para as contas comerciais do WhatsApp Business, possibilitando que negócios usufruam da ferramenta.

PicPay e Paypal

PicPay e Paypal são carteiras digitais, que permitem que você guarde dinheiro que vem de diferentes fontes de pagamento e permitindo que esse saldo seja manipulado de diversas maneiras.

É possível transferir dinheiro para lá por meio de boleto bancário, DOC e TED, cartão de débito, Pix, dentre outras.

Por serem carteiras virtuais, são úteis para pagamentos e recebimentos, mas é necessário que ambas as partes possuam as ferramentas.

Por meio dos aplicativos é possível gerar links ou QR codes de pagamentos, que facilitam as negociações.

Aplicativos de transporte que você precisa conhecer

Muito além do Uber e 99, conheça os cases de sucesso de aplicativos de transporte que tem se destacado ao redor do Brasil.

Muito além de somente Uber e 99, o mercado de transportes por aplicativo tem crescido e se desenvolvido no Brasil.

O espaço conquistado por esse tipo de transportes se dá por diversos fatores, como a precariedade do transporte público do país, demanda por maior conforto, necessidade de serviços mais personalizados e específicos, além de mudanças em como a sociedade como um todo consome os serviços.

Surgem então, dentro do nicho da mobilidade urbana, startups e empresas que enxergam nessas novas demandas da sociedade oportunidades de negócios.

Esses empreendimentos aplicam o que há de melhor nas inovações tecnológicas em seus produtos, oferecendo um serviço de qualidade, que de fato seja útil ao cliente.

Confira abaixo, 5 aplicativos de transportes de sucesso atuantes no Brasil:

Drive Tour

Drive Tour é um aplicativo de transportes da cidade de Caruaru, no interior de Pernambuco.

Fundado pela empresária Daisy Gomes, o app faz sucesso na cidade, contando com mais de 100 mil downloads nas lojas virtuais.

Além disso, em Maio, o aplicativo foi premiado durante o Summit Mobilidade Urbana 2021, o maior evento do setor no país.

O app foi vencedor do prêmio Vozes da Mobilidade na categoria Solidariedade na pandemia.

A empresa, através dos seus motoristas cadastrados, realizou o transporte voluntário da vacina até a casa de moradores da cidade, que podiam se deslocar até um posto de saúde.

O impacto positivo da ação de vacinação e o serviço de qualidade prestado tornam a Drive Tour uma empresa em ascensão a ser observada.

Moto Já Ariquemes

O Moto Já é um aplicativo de transporte da cidade de Ariquemes, no interior de Rondônia.

Segundo dados da Play Store, o app já conta com mais de 10 mil instalações.

Iniciativa da Associação dos mototaxistas (Amota) do município, a ferramenta representou uma revolução para a cidade que até então não possuía ônibus coletivo nem apps de transporte tipo Uber.

Segundo matéria do G1 em 2018, pouco tempo depois do lançamento do aplicativo, um sexto de todas as chamadas da associação eram feitas através do app.

Garupa

E já que abordamos a variedade de modais, um app que não poderia ficar de fora é o Garupa.

O aplicativo nasceu no Sul do país, mais precisamente em Santa Maria – RS, e já totaliza mais de 1 milhão de downloads.

Segundo o blog da empresa, são mais de 900 cidades atendidas ao redor do Brasil com 40 mil motoristas cadastrados.

Chama atenção o crescimento da empresa que, no momento da produção deste artigo, atua em 10 categorias como o serviço de delivery, o transporte específico para animais de estimação, as opções para transporte seguro de crianças e mulheres, dentre outras.

O app trabalha com um esquema de filiais, portanto é possível atuar sob a bandeira Garupa como gestor de sua própria franquia de transporte. Esse é o principal fator que impulsiona o crescimento da Garupa ao redor do Brasil.

Mobilidade

Falamos no início que são as demandas da sociedade que abrem espaço para novos negócios. Esse é o caso do app Mobilidade, que é voltado para o transporte de pessoas com deficiência física.

Atuante em Brasília-DF, o aplicativo oferece toda uma gama adaptações para melhor atender uma PCD. Além da adaptação dos veículos, os motoristas também são treinados para atender o passageiro da forma mais confortável possível.

A ferramenta de agendamento também é muito útil aos deficientes, assim como a possibilidade da viagem ser acompanhada em tempo real por terceiros.

O aplicativo também atende passageiros com dificuldades de locomoção e mobilidade reduzida, como idosos.

Urbano Norte

A Urbano Norte é um dos maiores casos de sucesso de aplicativos de transporte no Brasil.

Com mais de 1 milhão de downloads, o aplicativo que era originalmente de Porto Velho, capital de Rondônia, já chegou ao impressionante número de atuação em 56 cidades, espalhadas ao longo de 14 estados brasileiros. Veja quais são:

  • Rondônia
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Pará
  • Amazonas
  • Goiás
  • São Paulo
  • Paraíba
  • Amapá
  • Tocantins
  • Santa Catarina
  • Rio Grande do Norte
  • Minas Gerais
  • Paraná

Assim como o Garupa, a Urbano também trabalha com o sistema de filiais, para ambos de seus modais, transportes ou entregas, e investe continuamente em sua expansão.

Xis

O Xis é um aplicativo de transporte que atua no interior de São Paulo, principalmente na região do município de Lins.

Segundo o responsável pela plataforma, Ademar Silva, a diferença do aplicativo é a atenção especial que eles dão ao motorista e ao passageiro.

Oferecemos condições melhores tanto para passageiros quanto para os motoristas. Para os passageiro temos a proximidade (…) nossa equipe está preparada para responder qualquer dúvida dos passageiro em até 5 minutos. Já o motorista, eu cuido pessoalmente, respondendo qualquer questão dele em até um minuto.

Ademar Silva

Segundo dados da Play Store, o app já conta com mais de 10 mil instalações.

Ubiz Car Brasil

A Ubiz Car é um aplicativo de transporte em franca expansão pelo país.

Segundo os dados da Play Store, o app conta com mais de 100 mil instalações.

A empresa aposta em um modelo de franquias que, segundo seu site, pode gerar um retorno de até 30 mil reais mensais para os franqueados.

Uber Moto: app expande modalidade de mototáxi pelo Brasil

A Uber Moto é a modalidade da Uber voltada para o transporte de passageiros sobre duas rodas por meio dos mototaxistas.

Um dos fatores determinantes do sucesso de um negócio é a capacidade de adaptação à realidade local.

Ou seja, a capacidade de oferecer ao seu público e aos clientes em potencial um serviço que se encaixe no cotidiano e no estilo de vida deles.

A dificuldade em se alinhar ao contexto influencia diretamente na vida útil de uma empresa em determinada região. Como exemplo na área da mobilidade, temos a saída da Cabify do Brasil, processo marcado pela falta de identificação da população com o modo de operações da empresa.

Nesse sentido, podemos ver um grande esforço por parte da gigante multinacional Uber em oferecer cada vez mais serviços que se adequem a realidade brasileira, visto que o país é o segundo maior mercado da empresa no mundo, com 22 milhões de usuários, segundo seu site.

Por isso, não é surpresa que a modalidade Uber Moto esteja em constante expansão.

Ao redor do país, em muitos bairros e até mesmo em cidades inteiras, a moto é o principal meio de transporte da população.

Falamos pela experiência dos nossos clientes. Em 2018, um cliente da Machine, o pessoal da Associação dos mototaxistas (Amota) de Ariquemes, cidade do interior de Rondônia, criou o Moto Já, um app de transporte via mototáxi, que se tornou o primeiro aplicativo a chegar na cidade.

Naquele momento, a cidade de Ariquemes não possuía nem mesmo transporte coletivo com ônibus municipais e o app representou um respiro para a população.

Por essa e por outras, a Uber vê no mototáxi, especificamente dentro do Brasil, uma oportunidade enorme.

Uber Moto

Criado em 2016, a modalidade de mototáxi da Uber foi testada em países orientais de grandes densidades demográficas, como Tailândia e Índia.

Assim como o Brasil, esses países possuíam esse tipo de transporte como uma prática consolidada.

A proposta da Uber era verificar a aderência de um serviço próprio nesse estilo, tanto entre motoristas quanto entre a população.

O Uber Moto funciona da mesma forma que as outras versões do serviço, ou seja, quando for chamar um motorista, o usuário escolhe a opção moto, então basta indicar os locais de início, fim de corrida e o método de pagamento.

A empresa aposta na economia e segurança do serviço. Em artigo publicado em seu blog, afirmam:

Com a novidade, os usuários do app poderão se deslocar pela cidade de motocicleta, por um preço menor do que o do UberX e com a mesma tranquilidade já proporcionada pelo Padrão Uber de Segurança.

No Brasil

Em nosso país, o recurso chegou oficialmente em Novembro de 2020, em um primeiro momento de testes realizado em Aracaju, capital do Sergipe.

Em Abril de 2021, a Uber anunciou a expansão do serviço para mais 9 cidades:

  • Recife (PE)
  • Fortaleza (CE)
  • Maceió (AL)
  • São Luís (MA)
  • Teresina (PI)
  • Contagem (MG)
  • Goiânia (GO)
  • Campo Grande (MS)
  • Cuiabá (MT)

Há uma expectativa sobre os resultados do Uber Moto, visto o potencial de expansão desse modal no país. Não à toa, crescem os casos de sucesso de aplicativos e serviços de mototáxi, criados pelos próprios grupos de motoboys e mototaxistas.

Os preços cobrados pelo Uber Moto são bastante atraentes para os usuários. A solicitação de viagem está na faixa de R$ 1,11. Além disso, serão cobrados mais R$ 0,39 por quilômetro e R$ 0,09 por minuto. A taxa de cancelamento também é de R$ 1,11.

Ainda que haja também uma discussão se o transporte por moto na Uber se adequa nas legislações de trânsito, vale lembrar que é função de cada município liberar e regular a situação do uso de modais de aplicativo.

A empresa se posicionou:

Na modalidade Uber Moto, parceiros contratam o aplicativo para realizar transporte privado individual em motocicletas, atividade prevista na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587/2012). A norma federal que regulamenta o transporte individual privado de passageiros — e que estabelece os limites para a regulamentação pelos municípios — não faz distinção quanto ao tipo de veículo. É comum que a atividade seja desempenhada com automóveis, mas isso não significa que este seja o único modal permitido.

Para ser motorista

Os critérios para ser motorista do Uber Moto serão os mesmos aplicados na modalidade padrão do Uber, o UberX. Além disso, a modalidade permitirá que motociclistas já registrados como entregadores na Uber Eats, modalidade de entrega de alimentos, também atuem no transporte de passageiros.

Nesses casos, algumas condições extras deverão ser respeitadas:

  • Ter mais de 21 anos;
  • Ser habilitado pelo menos há dois anos;
  • Ter licença para atividade remunerada registrada na CNH.

Marketing digital para aplicativos de transporte

Conversamos com Vinícius Valle, líder da equipe de marketing da Machine, para saber algumas dicas sobre como usar as redes sociais para impulsionar seu app de transporte.

As redes sociais se tornaram importantes ferramentas para negócios de todos os tipos.

Para os aplicativos de transporte não é diferente.

Mas por onde começar?

Para tirar essa e outras dúvidas, conversamos com Vinícius Valle, líder da equipe de marketing da Machine.

Preciso criar uma conta para meu app em todas as redes sociais?

Não necessariamente. É muito importante saber onde seu público está.

Por exemplo, aqui no Rio de Janeiro e em cidades maiores, eu percebo que o Instagram é muito mais popular que o Facebook.

Mas ainda existem cidades em que o Facebook está na liderança.

Já o TikTok é uma rede social nova e com bem menos concorrência de anúncios do que o Instagram.

É interessante, dependendo da estratégia do seu negócio. Por exemplo, se for uma região universitária, com muitos jovens, bares e vida noturna agitada, eu acho interessante.

Eu preciso investir dinheiro nas redes sociais do meu app? Se sim, quanto?

Precisa sim, com certeza.

Mas tudo vai depender do tamanho da sua região.

Para campanhas em redes sociais, no mínimo R$ 500 por mês. E o limite vai de acordo com o que você puder investir.

No Facebook, por exemplo, você pode colocar uma verba diária ou selecionar um período de veiculação. Então sua verba vai ser gasta de acordo com aquele período.

Por exemplo, eu posso pedir para o Facebook gastar R$ 500 em todo o mês de Abril ou pedir para gastar diariamente um valor que eu defini, R$ 50 por dia.

Qual dica você dá para quem optar por fazer a gestão das redes sociais por conta própria?

Estude e não tenha medo de errar.

O marketing digital nada mais é do que uma tentativa de alcançar seu público através das campanhas.

Algumas podem dar muito certo e outras não.

Quando a campanha não dá resultado, pode ser por n motivos. Pode ser que a arte já esteja saturada, que o copy (mensagem em texto) não esteja tão assertivo. Ou até que os públicos não estejam bem segmentados.

Sem contar o orçamento que pode ser pouco para a região ou para o público.

Essa observação de tamanho do público aparece quando você está criando uma campanha no Facebook.

Em um conjunto de anúncios, quando você segmenta a região para a qual deseja anunciar e os interesses do público, na parte superior direita, aparece um nível que informa mais ou menos o tamanho do público e como está a proporção do seu anúncio para aquele público, de acordo com orçamento e data de veiculação.

E quem optar por contratar uma equipe? Quantos e quais profissionais devem ser contratados?

Vai depender do investimento que você deseja fazer para a área.

Mas, para começar, é interessante ter ao menos uma pessoa, que consiga fazer as campanhas e auxiliar na parte de planejamento e estratégia.

Esse profissional pode ter conhecimentos de design, o que te pouparia custos, pelo menos por hora, para posteriormente contratar um designer focado na parte visual.

Quais ferramentas o Facebook dá a um gestor de app? Qual a diferença para o Instagram?

A diferença está entre algumas limitações do Instagram.

No Facebook, você consegue veicular o anúncio tanto na própria rede, quanto no Instagram, então é melhor porque você tem mais recursos.

Você consegue subir uma lista de públicos [lista com e-mails cadastrados, que possibilita alcançar públicos semelhantes], o que no Instagram não é possível.

No Facebook, você consegue anunciar no Instagram, mas não o contrário.

Então a vantagem é você usar as ferramentas do Facebook para impulsionar também no Instagram.

Vale a pena divulgar o app no Google?

O Google é mais limitado.

Ao contrário do Facebook e do Instagram, em que o anúncio vai para seu público interessado, no Google, seu público precisa digitar algo como “aplicativo de transporte na cidade xpto”, e você precisa criar uma estratégia de palavras-chave para seu anúncio aparecer lá.

É algo que você pode fazer sim, mas coloque uma verba reduzida e veja se está dando resultado.

No Google você consegue divulgar seu app no Youtube?

Sim, consegue. O Google se segmenta em vários outros locais de anúncio.

Tem o Google Search, que é a rede de pesquisa mais tradicional que a gente conhece.

Tem o Display, que são aqueles anúncios que aparecem nos sites.

E tem o Youtube. Nele, para os apps de transporte eu já acho interessante.

Acho que é legal veicular por lá vídeos da sua central, que contem a história dela. Ofereça vídeos curtos com promoções, que são os chamados bumpers.

Os Bumpers são anúncios curtos de 5 a 7 segundos que o público não consegue pular, precisando assistir obrigatoriamente.

Então com uma mensagem curta e certeira, você consegue fazer uma campanha legal.

Qual a importância de segmentar bem o público alvo?

Máxima. É o grande desafio para gestores e meu conselho é que saiba equilibrar bem essa questão.

Você precisa ter preços baixos o suficiente para atrair passageiros, mas, ao mesmo tempo, repassar um valor justo para seus motoristas.

Meu conselho é utilizar o cupom de desconto. Realize ações, mas meça tudo.

Mais importante do que fazer é analisar o feito após a ação, para avaliar os resultados.

Se deu certo, continue, se não deu, pare, analise e veja o que deu errado.

O bom das redes sociais é que você consegue medir tudo, certo?

Exatamente, você consegue medir tudo de forma bem fácil.

Claro que você pode encontrar ferramentas específicas de análise, mas só a ferramenta do próprio Facebook já te dá uma noção bem legal dos seus resultados.

Comunicação: o ecossistema do transporte por aplicativo

Uma boa estratégia de comunicação pode ser dividida em diversos tópicos, que precisam estar alinhados para que o aplicativo de transporte tenha sucesso.

Os aplicativos de transporte continuam crescendo e se destacando no mercado da mobilidade urbana.

São diversos apps, com propostas de funcionamento distintas, mas que conseguem conquistar seu espaço nesse meio.

Mas o que faz um aplicativo ter sucesso?

É impossível apontar somente um fator, por isso é muito comum que esse tema seja abordado sob a ótica de um “ecossistema“, ou seja, um conjunto de fatores que juntos formam um sistema estável e equilibrado.

Um desses fatores é a comunicação que, como veremos adiante, carrega um papel abrangente e fundamental para o sucesso de qualquer negócio.

Por ser um processo de transmissão e troca de informações, a comunicação é necessária em todos os níveis de uma empresa, seja na parte tática e estratégica, ou na parte de operações.

Além disso, é indispensável que a comunicação entre os diferentes setores de um negócio esteja alinhada. Isso vai além de somente evitar erros e falhas nos processos, como diz respeito também à forma como sua empresa será percebida por seus colaboradores internos, parceiros e clientes.

Confira os itens que são essenciais para o funcionamento da estratégia de comunicação do seu aplicativo de transporte.

Marca

Talvez o principal item desta lista. Isso porque todos os demais itens vão de alguma forma dialogar ou estar em contato com ele.

Quando falamos em marca é bem provável que a primeira coisa que venha a sua cabeça seja o logotipo, o símbolo visual que identifica seu negócio.

Não é um equívoco fazer essa associação, mas é sim um erro, resumir sua marca somente ao aspecto visual.

Por trás da identidade visual e do ícone que vai representar seu aplicativo deve existir um conceito que englobe o objetivo, a essência, o que se espera do serviço.

Na verdade é bem mais comum no meio do design que, antes de se construir o logotipo, se construa o conceito.

Dessa forma, a parte visual estará de acordo com os valores da empresa, e será muito mais simples para o cliente entender “quem é você, e o que você faz”.

Site

O site é a plataforma online onde o cliente terá contato com sua marca e poderá conhecer mais sobre sua história e seus serviços.

Além de saber mais sobre preços, áreas de atuação e outras características de funcionamento do seu aplicativo, normalmente quem acessa seu site espera encontrar informações mais profundas sobre a empresa.

Por isso, não é incomum encontrarmos seções nos sites dedicadas a apresentar:

  • Missão, visão e valores;
  • Diferenciais e depoimentos;
  • Respostas para as dúvidas mais comuns sobre a empresa e o app;
  • Área destinada a contato do cliente.

O site deve ser visto como o centro de operações da sua marca. Quando alguém quiser conhecer seu app mais profundamente, é lá que ele deve ir.

Redes sociais

Atualmente não há como pensar em um negócio de sucesso que não possua redes sociais.

As redes sociais têm um outro papel importantíssimo para qualquer serviço: aproximar marca e cliente.

Elas permitem que a marca se faça presente no cotidiano do público, se relacionando, interagindo e construindo identificação entre as partes.

Quer que o cliente te procure quando precisar? Esteja com ele no dia a dia.

Assessoria de imprensa

A assessoria de imprensa é um instrumento da comunicação que busca auxiliar um negócio a se promover de forma efetiva nos meios de comunicação.

Ela serve como ponte entre o cliente atendido e os veículos de comunicação e, consequentemente, o público.

A assessoria administra informações e as transforma em pautas relevantes, que sejam interessantes para divulgação nas mídias.

Além disso, a assessoria analisa quais são os melhores veículos de comunicação para receber cada pauta sobre seu serviço, pensando em questões como o público que se deseja atingir e o impacto do meio de comunicação.

Normalmente recorrem a assessoria, negócios que já são mais consolidados no mercado e que buscam um crescimento de público.

Marketing

Encerrando a área da comunicação externa, talvez esse seja o tópico mais abrangente.

O marketing, diferentemente dos outros itens citados, não é uma ferramenta ou um meio, mas sim um setor. Um setor de marketing tem como função:

  • Divulgar seus serviços;
  • Gerar clientes;
  • Se relacionar com o público;
  • Tornar a marca relevante.

E é por isso que na maioria dos casos, quem tem o controle sobre a administração das redes sociais e do site, quem mantém contato com a assessoria de imprensa e quem trabalha para gerar patrimônio de marca, é o marketing de uma empresa.

Por ter muitas atribuições, o marketing tem suas próprias subdivisões, mas ainda assim, é o principal responsável por centralizar e alinhar principalmente a comunicação externa (voltada para o cliente) de uma empresa.

Comunicação interna

Tão importante quanto a comunicação da empresa com o público, é a comunicação da empresa com seus colaboradores, e principalmente, a comunicação entre os setores da empresa.

A essa área da comunicação é dado o nome de comunicação interna.

A comunicação interna não é uma responsabilidade específica de um setor, ainda que muitas vezes seja associada ao marketing.

A comunicação interna está muito mais para um modelo administrativo, um conjunto de práticas de uma empresa.

Isso porque, ela deve ocorrer entre todos os setores para que qualquer medida relevante que seja tomada em um deles, seja de conhecimento dos outros.

Quer um exemplo simples de como a comunicação interna pode elevar seu serviço a um outro patamar?

Imagine que a área de gestão do seu aplicativo de transportes firme uma parceria com uma rede de postos de gasolina, que conceda desconto aos motoristas da sua linha.

Você informa isso ao seu operador do sistema, que por sua vez, através da plataforma repassa a informação aos motoristas parceiros.

Essa informação também é repassada ao setor de marketing da empresa, que faz uma campanha sobre isso, atraindo mais motoristas para o seu app.

Principais itens de segurança para motoboys e mototaxistas

O Código de Trânsito Brasileiro institui alguns itens de segurança para motoboys e mototaxistas. Vamos conhecer quais são?

As motocicletas sempre foram como uma alternativa ao transporte por carros. Isso porque, seu porte reduzido em comparação aos veículo com quatro rodas é uma forma de driblar o trânsito caótico brasileiro.

Além disso, elas são mais ágeis, têm um preço mais acessível e podem chegar a lugares que demais veículos teriam dificuldade.

Por isso, não é de se espantar o uso das motocicletas como ferramentas de destaque nas duas principais áreas da mobilidade urbana: o transporte e as entregas.

Os serviços de mototáxi são muito comuns no dia a dia do brasileiro e com a popularização dos aplicativos de entregas, é difícil não associar essa atividade aos motoboys.

Porém, é preciso ter em mente que é uma profissão que oferece riscos. Os números de acidentes fatais com motociclistas chegam em alguns momentos a superar o de vítimas pedestres.

Então, o Código de Trânsito Brasileiro determina alguns itens obrigatórios que esses profissionais devem ter para exercer com mais segurança sua tão importante função.

Capacete

Quando falamos de equipamento de proteção individual para motociclistas, não há como não falar do capacete, item fundamental para a proteção da cabeça contra lesões, cortes, impactos e concussões.

Além disso, há também a preocupação com a proteção dos olhos do condutor.

Por isso, é necessário que os capacetes contenha viseira para proteção visual. A condição é que quando a viseira estiver abaixada, o capacete esteja totalmente fechado.

A outra possibilidade é o uso de um óculos específico para proteção, caso o capacete não possua a viseira protetora. Mas, atenção! O óculos tem que ser apropriado para proteção, portanto não adianta sair por aí sem viseira e com um óculos qualquer.

Vestimenta refletiva

Outro equipamento de proteção indispensável é a vestimenta retrorrefletiva. O colete de proteção é a opção mais comum na maioria dos casos, mas também existem jaquetas com a mesma função.

O objetivo dessa linha de equipamentos é facilitar a visibilidade do motociclista para os condutores dos demais veículos, reduzindo assim acidentes causados pela falta de percepção. Por isso, as vestimentas são equipadas com faixas fluorescentes que refletem a luz.

Vale ressaltar que a vestimenta deve estar na parte superior do corpo, para ser efetiva. Existem as calças refletivas, mas o uso exclusivo delas não garante a sua segurança.

Proteção do motor

O Código de Trânsito também estabelece para profissionais motociclistas, a instalação de uma proteção dianteira, popularmente conhecida como “mata-cachorro”.

Esse equipamento consiste em armações de ferro que devem ser instaladas junto ao chassi da moto, destinadas a proteger o motor e a perna do condutor em caso de quedas e acidentes.

Aparador de linha

O aparador de linha, mais conhecido como “antena corta-pipa” é um dispositivo obrigatório que ainda é extremamente fundamental no país.

Consiste em uma antena que deve estar posicionada no guidom da moto, evitando que o motociclista seja atingido por linhas de pipa.

É fundamental pois até hoje existe o hábito de uso de cerol nas linhas, e a substância, que é altamente cortante, pode causar ferimentos sérios e até mesmo óbitos.

Side-car

Específica para os motoboys, ou aqueles que realizam moto-frete, essa medida institui equipamentos adequados para transporte de determinadas cargas.

O transporte de botijões de gás ou galões d’água só deve ser feito com auxílio de side-car. Um side-car nada mais é que uma caçamba de médio porte com rodas, que pode ser acoplada na traseira ou na lateral da motocicleta.

Essa caçamba deve ser capaz de manter as cargas presas em uma posição estável, evitando que se soltem e causem acidentes no trânsito, com o movimento da viagem.

Outros itens

Além dos itens obrigatórios citados acima, existem outros equipamentos facultativos que podem oferecer uma maior segurança ao motociclista. São eles:

Luvas

São luvas feitas especialmente para a direção, normalmente de couro, que visam ampliar a aderência ao guidom, proteger de queimaduras e de impactos em eventuais quedas.

Botas

As botas de segurança são normalmente feitas de materiais isolantes elétricos e térmicos, e tem como intuito proteger uma área maior dos constantes contatos com as áreas da moto que costumam estar em altas temperaturas.

Joelheiras

As joelheiras articuladas, ou até mesmo modelos específicos de calças que já contam com essa proteção extra, visam principalmente proteger de choques e atrito em casos de derrapagem a região dos joelhos, que normalmente é usada como apoio em casos de queda.