LogBee: o aplicativo de última milha da Magalu

A LogBee é uma plataforma que liga entregadores autônomos à empresas que precisam fazer entregas. Em 2018, ela foi adquirida pela Magazine Luiza.

O desafio da última milha das entregas impulsiona uma série de soluções no mercado.

Uma delas é a LogBee, uma empresa paulista que desenvolveu uma plataforma para conectar entregadores autônomos à empresas que precisam fazer entregas.

Ela foi fundada entre 2015 e 2016, em São Paulo, pelos empreendedores Guilherme Schmidt, Henrique Melissopoulos, Marlon Blumer e Guilherme Yoshita.

Em 2016, Blumer participou do 4° Seminário Nacional de Mobilidade Urbana, realizado em São Paulo.

Durante o evento, ele explicou que o grupo percebeu que grandes empresas que vendiam no ecommerce conseguiam grandes transportadoras para fazerem suas entregas dentro da cidade de São Paulo.

No entanto, as empresas de médio e pequeno porte, que realizavam de 5 a 50 entregas por dia, não tinham força para conseguir boas negociações com transportadoras.

Por outro lado, havia uma oferta de entregadores autônomos que, segundo pesquisa realizada pela empresa, só passavam 30% do seu tempo com o baú carregado.

Ainda em 2016, a empresa participou do Programa de Residência do MobiLab, um laboratório de Mobilidade Urbana da Prefeitura de São Paulo.

Ao final, durante o chamado Demo Day, onde as empresas se apresentaram a investidores, aceleradores e membros do poder público, Blumer explicou que a LogBee nasceu para atender a ecommerces que, além de conseguir boas mercadorias e atrair clientes, precisavam realizar suas entregas.

Porém, acabavam encontrando muitas dificuldades nessa última etapa. “Clientes nossos como a Printi (gráfica online), precisavam de um parceiro logístico que integrasse com sua base de dados (…). Já a Fruta Imperfeita (produtos orgânicos) estava com uma base de 4 mil clientes, mas não conseguia realizar as entregas”.

Foi assim que se deu início à empresa que mais tarde seria comprada por uma das principais varejistas do Brasil.

Como funciona a LogBee?

A LogBee recebe as informações das entregas, realiza a roteirização e envia para os entregadores via aplicativo, que fazem a coleta e as entregas, recolhendo as assinaturas e comprovantes.

Na época, a empresa trabalhava com entregadores autônomos que fossem empresários individuais.

20% das transações que passam pela plataforma ficava com a LogBee.

home2Fonte: LogBee/Site

Segundo Blumer, de junho de 2016 a agosto de 2017, a empresa crescia cerca de 15% ao mês, trabalhando com quarenta clientes. Tudo isso sem nenhum pedido de cancelamento por parte das empresas.

Em Julho de 2017, a empresa faturou 98 mil reais, dos quais 20%, aproximadamente 20 mil reais ficou com a Logbee, e o restante com os entregadores.

Naquele momento, a empresa possuía 40 entregadores cadastrados, realizando 700 entregas por dia. Vale destacar, que a empresa passou de 5 a 700 entregas diárias em aproximadamente um ano.

Tudo era acompanhado dentro de uma plataforma de gestão, que dava o deslocamento das entregas em tempo real.

A aquisição pela Magazine Luiza

Em Maio de 2018, a LogBee foi adquirida pela Magazine Luiza, que pretendia usar a plataforma para ampliar suas entregas de encomendas leves, concentradas em São Paulo.

Segundo a Sturtupi, a ideia era conectar a LogBee com as 1500 transportadoras que trabalham com a Magalu pelo Brasil.

De fato, a aquisição da empresa representou um impulso da varejista no ramo das entregas leves.

Em matéria do Jornal O Globo, em setembro de 2020, o diretor de logística da empresa, Luís Fernando Kfouri, disse que no início, a LogBee representava 0,1% a 0,2% dos negócios da empresa. Atualmente, mais de 50% das entregas leves da Magalu são realizadas pela Bee.

Segundo reportagem da Exame, a LogBee também participou ativamente das transformações vividas durante a pandemia da Covid-19.

Com o fechamento das lojas físicas, a empresa expandiu seu modelo de envios à partir das lojas, Ship from Store. Assim, 35% das entregas passaram a ser realizadas em menos de 24 horas.

Mais de 700 das 1.100 lojas da Magalu foram transformadas em centros de distribuição. E quem faz a retiradas das lojas físicas para envio até a casa dos clientes? Os motoristas-entregadores LogBee.

Em momento algum, os valores da transação foram divulgados, mas tudo indica que tem valido bastante à pena para a varejista.

Eu Entrego: como funciona a plataforma de entregadores autônomos?

Eu Entrego é um serviço brasileiro que conecta estabelecimentos comerciais a entregadores autônomos pelo país.

A última milha da entrega é um assunto recorrente aqui no blog. Afinal, se estamos falando sobre o mercado de logística ou de entregas, é impossível colocar esse tema de lado.

Ilustrando com um dado já citado algumas vezes, segundo o Banco OBS, 55% dos custos operacionais de uma venda online está justamente no momento em que o produto sai do Centro de Distribuição e chega até as mãos dos clientes.

Por isso, diversas startups mundo afora estão bolando soluções para resolver esse desafio.

Uma delas é a Eu Entrego, uma plataforma que conecta estabelecimentos comerciais a entregadores autônomos pelo país.

Segundo a empresa, os modelos tradicionais de entregas de última milha não conseguiram acompanhar a transformação do mercado e o crescimento das vendas online.

Por isso, a Eu Entrego nasce no contexto da economia compartilhada, com o que eles chamam de crowdshipping, que é quando pessoas comuns fazem entregas com carros de passeio.

Atualmente, a empresa também cadastra entregadores de outros modais, como bicicleta, caminhão e moto.

A empresa foi fundada em Janeiro de 2016, pelo empresário João Paulo Camargo. Em entrevista para o site do Projeto Draft, Camargo disse que já observava há algum tempo o modelo de economia colaborativa. Foi quando avaliou que seria impossível implementar no ramos das entregas, tal como a Uber fazia com o transporte.

Quais são os serviços oferecidos pela plataforma?

Atualmente, a empresa estabelece seu serviços em um tripé:

  • Same-day delivery: modalidade de entregas em que o cliente pede à distância, seja pelo computador, telefone ou app, e recebe o produto no mesmo dia.
  • Logística reversa: operação de tirar o produto da mão do cliente e retornar com ele à loja.
  • Roteirização e monitoramento: sistema que elabora o roteiro das entregas para o entregador e monitora seu deslocamento.

Como funciona a Eu Entrego para empresas?

O cadastro para empresas é realizado dentro do site euentrego.com.br.

O primeiro passo é preencher um formulário, em que é solicitado:

  • Nome para contato;
  • Nome da empresa;
  • Telefone com DDD;
  • Email;
  • Quantidade de pontos de coletas;
  • Quantidade de pedidos por dia e por ponto;

Em seguida, a empresa entrará em contato.

Não há tabela pré-estabelecido pela Eu Entrego, as empresas fazem ofertas de serviço aos entregadores da base, que pode aceitar, recusar ou fazer um contraposta.

Entre os usuários da plataforma estão a Ambev, a Magazine Luiza e a ViaVarejo

Como funciona a Eu Entrego para entregadores?

Assim como para as empresas, o primeiro passo é preencher um formulário no site entregador.euentrego.com.br/cadastro.

Inicialmente, a empresa solicita dados pessoais como CPF, email, nome completo, data de nascimento e forma com que pretende realizar as entregas.

Atualmente, os modais disponíveis são:

  • Bicicleta;
  • Motocicleta;
  • Hatch;
  • Sedan;
  • SUV;
  • Fiorino;
  • Furgão;
  • Pickup.

Também é possível se cadastrar para fazer entregas à pé.

Além disso, a empresa solicita um endereço completo no cadastro.

Desde julho de 2020, todos os entregadores que trabalham na plataforma devem ter um MEI, que pode ser feito através do site portaldoempreendedor.gov.br.

Além do MEI, os documentos solicitados são:

  • Documento de Identidade
  • Foto
  • Dados Bancários
  • Documento do Veículo (carro ou moto)
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
  • Comprovante de Residência
  • Comprovante de Antecedentes Criminais

Durante o cadastro, a Eu Entrego também pergunta ao entregador qual a disponibilidade de trabalho no dia e na semana.

Com o cadastro completo, a empresa analisa as informações e avisa que, caso haja demanda de entregas na região, ativa o entregador. Por isso, eles alertam que o tempo de ativação pode variar de local para local.

Com o perfil ativado, o entregador passa a receber, via aplicativo, as ofertas de trabalho em sua região.

A oferta é negociada. Por exemplo, a empresa oferece 100 reais aos entregadores para realizar o serviço. A oferta cai no app e, então, eles podem oferecer uma contraproposta.

O aplicativo cobra uma taxa de 20% no valor do serviço realizado pelo entregador. Para saber mais sobre como funciona o app Eu Entrego para entregadores, confira o manual do entregador, produzido pela própria empresa.

Magalu Entregas: como funciona o sistema de entregas da Magalu?

A Magazine Luiza é uma das empresas que mais cresceu nos últimos anos, por isso, investiu pesado em seu sistema de entregas: o Magalu Entregas.

Em apenas 4 anos, a Magazine Luiza se valorizou em mais de 1000%.

A empresa é considerada um dos grandes casos de sucesso de companhias que conseguiram realizar sua transformação digital.

Não à toa, a Magalu, no primeiro trimestre de 2020, viu seu ecommerce disparar em 73%.

Foi graças ao investimento em tecnologia, aliado à consciência social que a empresa sempre mostrou ter, que a Magazine Luiza é umas das empresas que melhor respondeu à crise do coronavírus.

Sem demitir nenhum funcionário e ampliando seu sistema de parceiros, possibilitando renda extra para diversos lojistas que precisaram fechar as portas, a empresa aumentou em 46% suas vendas, em relação ao mesmo período em 2019.

Com o digital já representando mais de 50% das vendas da varejista, o sistema de entregas ganha importância ainda maior.

E desde 2018, a empresa disponibiliza um serviço exclusivo para parceiros que vendem no marketplace da plataforma: o Magalu Entregas.

O que é o Magalu Entregas?

O Magalu Entregas é o serviço de entregas da Magazine Luiza para os parceiros que vendem pela empresa.

Ele é fruto de um contrato da Magalu com os Correios, que graças à alta demanda, consegue disponibilizar um preço menor para o serviço.

Na prática, ao se cadastrar na modalidade, o vendedor transfere à empresa a responsabilidade pela entrega, sendo ele responsável apenas por imprimir a etiqueta do envio, emitir a Nota Fiscal do Produto e levá-la até a agência dos correios ou aguardar pela coleta de um funcionário da empresa.

Isso sem falar da venda, é claro.

No Magalu Entregas, a comissão é cobrada apenas sobre o valor do produto. Afinal, o frete é transferido do cliente direto para a Magazine Luiza, que é quem realiza o serviço.

O cálculo do preço da entrega é feito com base na tabela da Magalu e, em alguns momentos, ela lança promoções de frete grátis, que são avisadas aos vendedores via e-mail.

O serviço também abrange logística reversa, ou seja, a coleta de produtos devolvidos pelo cliente.

Benefícios

Segundo a empresa, os principais benefícios para os vendedores que aderem ao Magalu Entregas são:

  • Valor do frete de 10% a 15% mais barato;
  • Subsídio para reversão de até 3 pedidos por mês ou 3% dos pedidos totais no mês,
  • Responsabilização de relação com o Correios pela Magalu;
  • Tranking automático;
  • Comissão cobrada somente em cima do produto;
  • Possibilidade de frete grátis.

Para Gilmar Theobald, da Academia do Ecommerce, não há motivos para um vendedor não estar inserido no Magalu Entregas.

Regras

A principal regra do serviço é o produto caber nas especificações do Correios, ou seja:

  • Pesar até 30 Kg;
  • Largura de 11 cm até 105 cm;
  • Comprimento de 16 cm até 105 cm;
  • Altura de 2 cm até 105 cm;
  • Somada das dimensões (Largura + Altura + Comprimento) = 29 cm até 200 cm.

Caso o produto do vendedor não caiba nas especificações, ele não estará elegível para o Magalu Entregas e será necessário uma transportadora própria.

Como funciona o Magalu Entregas?

Estando dentro das especificações, o vendedor ativa o Magalu Entregas abrindo um ticket no IntegraCommerce, a plataforma da Magazine Luiza.

Também é possível pedir a inclusão do serviço pelo e-mail.

Após isso, a empresa solicita algumas informações ao vendedor:

  • Razão Social;
  • CNPJ;
  • Nome e e-mail do responsável pela assinatura do contrato;
  • Código do Centro de Distribuição (nome para identificar o CD);
  • Endereço completo do Centro de Distribuição;
  • Tempo que o vendedor demora para levar o produto até os Correios.

Em seguida, a Magazine Luiza envia o documento para o vendedor assinar.

Com o documento assinado, a equipe da plataforma configura o serviço na loja virtual e, ao terminar, confirma a inclusão no Magalu Entregas.

Como dicas de boas práticas, a empresa aconselha os vendedores:

  • Despachar o pedido dentro do prazo combinado no contrato;
  • Não cadastrar produtos que ultrapassem as medidas dos Correios;
  • A etiqueta do produto é válida por sete dias após a impressão;
  • Em caso de dúvidas, abrir ticket na plataforma.

Qual a importância da integração com o iFood?

27 milhões de pedidos realizados pelo iFood não são entregues pelo app, mas sim por empresas como a sua, e isso explica a importância da integração.

O iFood é o aplicativo de delivery mais popular no Brasil.

Segundo dados da própria empresa, após o início da pandemia, o aplicativo passou a ser responsável por 39 milhões de entregas mensais.

No entanto, o que muitas pessoas não sabem é que grande parte dessas entregas não são realizadas pelos entregadores iFood.

A empresa, atualmente, oferece dois planos: básico e entregas.

No plano básico, que concentra boa parte dos mais de 200 mil restaurantes parceiros da plataforma, o iFood disponibiliza apenas seu marketplace, ou seja, seu app para fazer as transações.

Porém, a entrega é de responsabilidade do estabelecimento, que pode ter sua própria frota ou contratar uma empresa de motoboys.

Isso acontece não apenas por uma questão de preço. Afinal, o plano básico possui uma taxa de 12% do valor do pedido, enquanto no plano entregas, o iFood fica com 27% da venda.

Também ocorre por conta da disponibilidade. Apesar do iFood estar disponível em mais de 1,7 mil municípios brasileiros, a plataforma de cadastro de entregadores não chega nem a 1% dessas localidades.

Assim, nesses municípios, não há outra opção: o estabelecimento assina o plano básico e fica responsável pelas entregas.

Segundo o iFood, a empresa realiza apenas 30% das 39 milhões de entregas mensais. Sendo assim, há uma oportunidade de negócio de 27 milhões de entregas todos os meses para as empresas de motoboys pelo Brasil.

Quando o iFood deixa de ser um concorrente

Para muitas cooperativas e empresas de motoboy, principalmente nas grandes cidades, o iFood se tornou uma grande concorrente.

Afinal, a empresa disponibiliza uma tecnologia de ponta, que conecta automaticamente restaurantes a motoboys cadastrados na plataforma.

Dessa forma, os estabelecimentos, principalmente os que tem um volume grande de entregas diárias, pode até preferir assinar o plano entregas do app, com a vantagem de não ter outras preocupações.

Porém, como falamos na introdução do texto, o iFood é, antes de tudo, um marketplace. Não à toa, nasceu como “páginas amarelas”, como você pode ver no artigo sobre o principal aplicativo de Food Delivery do Brasil.

Por isso, é importante observar essa oportunidade de negócio, os locais e estabelecimentos que o iFood atende, mas não entrega.

Em entrevista ao nosso blog, Bruna Basseggio, dona da Juma Entregas, explicou que não enxerga o iFood como uma concorrente, mas como uma parceira.

Afinal de contas, empresas e aplicativos de motoboys, como a própria Juma ou a Loggi, não possuem marketplace. Já o iFood e a 99food ou não possuem entregadores em todos os locais ou nem todos seus clientes desejam usar a base de entregadores delas.

Explicamos essas diferenças no mercado dos apps de entregas em um texto aqui no blog.

Dessa forma, uma grande vantagem para essas empresas de motoboys é ter um sistema integrado em que o cliente possa vender pelo iFood e a entrega já seja encaminhada diretamente a um entregador da empresa.

Essa é a importância da integração com o iFood.

Sistema com integração iFood

As plataformas que atendem estabelecimentos comerciais com frotas próprias ou empresas de motoboys devem contar com um sistema integrado com o iFood.

Por isso, a Machine está caminhando para, nas próximas semanas, automatizar os pedidos feitos no aplicativo e redirecioná-los direto para a plataforma.

Assim, os clientes das empresas de motoboys e os estabelecimentos que usam a tecnologia poderão vender no iFood e disparar a entrega automaticamente para seus entregadores.

Com essa novidade, as empresas de motoboys que atuam em cidades onde o iFood não possui entregadores, poderão oferecer seus serviços de forma mais moderna aos restaurantes da cidade.

Eles vendem no iFood e a entrega consta automaticamente na plataforma da empresa.

Bee Delivery: a startup de entregas para empresas

O Bee Delivery é um aplicativo fundado em Mossoró, no Rio Grande do Norte, e que conecta empresas a entregadores cadastrados na plataforma.

Os aplicativos de entregas cresceram muito nos últimos meses.

Como falamos no artigo “Como funciona o mercado de apps de entrega?”, há dois tipos de aplicativos nesse ramo.

O primeiro são aqueles com o chamado marketplace, ou seja, em que o usuário pode realizar compras de produtos dentro do aplicativo, que é o caso do iFood e do 99food.

A outra categoria são dos aplicativos focados apenas na entrega do produto, que é o caso da Loggi, da Juma e do app que falaremos hoje, a Bee Delivery.

Basicamente, o objetivo do aplicativo é conectar empresas a entregadores cadastrados na plataforma, que, então, realizam o deslocamento do produto.

Exemplificando, um restaurante pode se cadastrar na Bee Delivery e, após realizar uma venda, fazer o despacho da entrega por meio da plataforma, solicitando um entregador.

A Bee foi fundada em 2018, na cidade de Mossoró, interior do Rio Grande do Norte. Seus fundadores são os empresários Thales Patreze, Luan Rodrigues e André Ramón.

Em entrevista para a StartSe, Patreze disse que a empresa nasceu para suprir uma demanda reprimida em relação à logística, principalmente de restaurantes.

Dessa forma, em pouco mais de um ano, o aplicativo bateu a marca de 1 milhão de entregas realizadas.

Atualmente, a Bee Delivery está presente em mais de 111 cidades de 24 estados do Brasil.

Bee Delivery: como funciona?

A Bee Delivery funciona em duas pontas: para empresas e para entregadores.

Tudo ocorre dentro de uma plataforma online, em que estabelecimentos e entregadores se cadastram para terem acesso um ao outro.

Para empresas

O primeiro passo para uma empresa ter acesso aos serviços da Bee Delivery é acessar o site beedelivery.com.br/empresas.

Nele, o estabelecimento realiza um cadastro gratuito com informações gerais sobre o negócio:

  • CEP;
  • Estado;
  • Cidade;
  • CPF ou CNPJ;
  • Nome;
  • E-mail;
  • Celular;

Informar o CNPJ não é obrigatório, assim, para os negócios não formalizados, é possível inserir apenas o CPF do responsável.

Assim que o responsável finaliza o preenchimento do formulário, basta enviar e aguardar o contato da equipe da empresa. A Bee Delivery envia um e-mail para agendar um treinamento com a equipe comercial.

Após o treinamento, o estabelecimento já pode usar a Dashboard para solicitar o serviço dos entregadores.

Ah, e é sempre importante ler os Termos de Uso da empresa.

A empresa avisa que as entregas precisam caber na bag oficial do app, ou seja, em até 45L.

As taxas são calculadas de acordo com a distância da entrega e há duas formas de realizar o pagamento:

  • Fazendo uma recarga de crédito diretamente no site da Bee, onde suas entregas irão ser descontadas deste saldo;
  • Pagando o valor das entregas diretamente ao Entregador, assim que finalizar a entrega.

Para os entregadores

Assim como para os estabelecimento, o cadastro dos entregadores também ocorre no site, no beedelivery.com.br/entregadores.

É possível se cadastrar para realizar entregas com carro, moto ou bicicleta.

Para as entregas com carro é necessário:

  • CNH tipo B válida;
  • Comprovante de residência
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo em dia (não precisa estar no nome do condutor).

Para as entregas com moto (MotoBees), as exigências são:

  • Ser maior de 21 anos;
  • CNH tipo A válida;
  • Comprovante de residência;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo em dia (não precisa estar no nome do condutor);
  • Não possuir antecedentes criminais.

Por fim, as exigências para os Bikerbees são:

  • Ser maior de 18 anos;
  • Documento de identidade;
  • Comprovante de residência;
  • Não possuir antecedentes criminais.

Assim como no cadastro para os estabelecimentos, a Bee pede inicialmente informações gerais do entregador: 

  • CEP;
  • Estado;
  • Cidade;
  • Nome;
  • Gênero;
  • E-mail;
  • Celular.

Com o formulário preenchido, as informações são enviadas para a empresa que, após aprovar o cadastro, envia um e-mail de confirmação, agendando um treinamento do entregador com a equipe.

A empresa explica que cobra 20% de taxa no valor das entregas e que exige que o entregador possua:

  • Bag com capacidade de 48L;
  • Equipamentos obrigatório pela lei de trânsito;
  • Telefone celular com sistema operacional Android 5.0 ou superior;
  • Internet 4g móvel.

Os ganhos são enviados aos entregadores um dia após a realização do serviço, no caso dos entregadores que possuam o Beecard, o cartão da empresa.

Para os entregadores que não possuem o Beecard, o pagamento é realizado após quinze dias corridos em um conta bancária cadastrada.

Também é possível receber em dinheiro, diretamente com a empresa que solicitou o serviço.Para mais informações, não deixe de conferir o Termo de Uso para Entregadores.

Como criar um aplicativo de entregas via motoboy?

Há duas formas de criar um aplicativo de entregas via motoboy: contratando uma desenvolvedora ou uma plataforma white label.

Se você caiu nesse texto, muito provavelmente você tem uma empresa de motoboys ou precisa deste serviço para realizar as entregas do seu negócio, não é mesmo?

Se o seu caso é outro, não tem problema. Seja muito bem-vindo.

Nos últimos meses, os aplicativos de entregas tornaram-se grandes personagens do mercado. 

Afinal, com as medidas de isolamento social, e a insegurança das pessoas em saírem de suas casas, muitos negócios precisaram migrar para o digital. De restaurantes à lojas de roupas.

Por isso, os serviços de entregas e o trabalho dos motoboys, bikeboys e até dos motoristas de aplicativos, que se desdobram com as entregas, tornou-se ainda mais essencial.

Da parte das empresas, contar com uma tecnologia segura e que ao mesmo tempo garanta uma boa margem de lucro, virou uma necessidade ainda maior.

No caso das empresas de motoboys, é necessário oferecer aos clientes uma plataforma que os permitam solicitar rapidamente o seu serviço.

No caso dos estabelecimentos com frota própria, uma plataforma que os possibilite dizer adeus às operações manuais, ao mesmo tempo que garanta independência dos serviços de terceiros.

Por isso, para esses dois “personagens” surge a mesma pergunta: como criar um aplicativo de entregas via motoboy?

As duas formas de criar um app de entregas

Como falamos no início do texto, para criar seu aplicativo de motoboys, você pode contratar uma empresa desenvolvedora ou assinar uma plataforma white label.

Como tudo na vida, cada um desses modelos possuem suas vantagens e desvantagens.

Escolher por qual caminho seguir vai depender muito da sua necessidade, orçamento e, claro, prioridades. 

Se você já leu algum dos nossos textos sobre criação de aplicativos, já sabe que o exemplo que sempre damos é o da construção ou aluguel de uma casa. 

Se você quer uma casa exatamente do seu jeito, com sua cor preferida, piscina, sauna, sala de jogos ou o que for, a construção de uma casa do zero é o melhor caminho. Mas, ao mesmo tempo, você sabe que precisará investir um orçamento maior.

Por outro lado, se você entende que uma casa já construída, em que você pode fazer algumas configurações, arrumar a decoração e trocar os móveis de lugar, te serve, o aluguel pode ser um bom caminho. Ou seja, apesar de não conseguir ter algo tão personalizado, terá um investimento menor e uma qualidade, claro, se pesquisar bem.

Lançar um aplicativo é um caminho muito parecido.

Contratar uma empresa desenvolvedora 

No mercado, há empresas especializadas em vender projetos de aplicativos.

Reforçando a comparação já apresentada, é como se fosse um escritório de engenharia ou de arquitetura.

Você chega lá, apresenta seu projeto, fala o que deseja e a equipe do escritório vai montando a casa de acordo com as suas vontades, necessidades e é claro, orçamento.

Com um aplicativo, o caminho é o mesmo: você contrata a empresa desenvolvedora e tem a liberdade de construir o app com as funcionalidades e design que imagina. 

No entanto, tanto no momento da criação quanto com o aplicativo em funcionamento, os custos são elevados.

Afinal, você precisará de uma equipe de programadores permanente para realizar a manutenção do aplicativo, colocar novas funcionalidades, manter a infraestrutura, além de outros custos que, quando somos apenas usuários, nem imaginamos.

Por exemplo, no caso de apps de entregas você precisa de um serviço de mapas. Algumas empresas como a Here e a Google oferecem esse serviço de forma paga. 

Dependendo do modelo, a cobrança é feita através do uso. Assim, cada vez que alguém fizer uma simulação de entrega, você pagará pelo uso do mapa.

Por isso, você pode imaginar que ao final do mês os custos com o serviço podem ser bem elevados. 

Assinar uma plataforma white label

Assinar uma plataforma white label é como alugar uma casa.

Assim, ao contratar o serviço, você recebe um aplicativo padrão. Nele, você pode colocar a logo do seu estabelecimento ou empresa de motoboys, definir as tarifas que serão cobradas e habilitar ou desabilitar funcionalidades disponibilizadas pela empresa.

Isso significa que, apesar de você ter pouca personalização em relação a um app construído do zero, você terá menos custos e dor de cabeça com a ferramenta. Lógico, se contratar uma de boa qualidade.

Afinal, geralmente nesse modelo já vêm embutidos gastos com mapas, servidores, manutenção e atualização. Assim, você paga uma taxa de geração do aplicativo e as mensalidade de uso. 

A Machine é uma dessas plataformas White Label, em que as empresas de motoboys e estabelecimentos comerciais podem lançar seus próprios apps, como logo, preços e formas de trabalhar. Além disso, a plataforma disponibiliza diversas funcionalidades, que você pode conferir na página “como funciona?“.

Contratar uma desenvolvedora ou assinar plataforma white label?

Depende do seu orçamento e necessidade.

Se você precisa de algo 100% personalizado ao seu negócio e com funcionalidades muito específicas, construir um app do zero com uma desenvolvedora é o melhor caminho.

No entanto, lembre-se que você precisará de um orçamento maior e terá gastos recorrentes com mapas e servidores.

Já para você que precisa de uma ferramenta usual e não vê necessidade de tanta personalização, confira as plataformas white label disponíveis no mercado. 

Afinal, você precisará fazer um investimento menor e contará com uma tecnologia já testada no mercado.

Onde contratar um motoboy no RJ?

O Mr. Frete é um catálogo online, desenvolvido pela Gaudium, para quem quer contratar as melhores empresas de motoboy e entregas do RJ.

Com o disparo dos pedidos de delivery e do e-commerce no Brasil, a procura por serviços de motoboys e empresas de entregas disparou nos últimos meses. No Rio de Janeiro, não foi diferente.

O termo Motoboy RJ, segundo a ferramenta Ubersuggest, tem um volume de busca no Google de 1,6 mil pesquisas todos os meses.

São donos de restaurantes, e-commerces, lojas de pequeno, médio e grande porte, enfim, os mais variados tipos de negócios buscando um serviço de confiança, ágil e que transporte com todo cuidado seus produtos.

Afinal de contas, agora, o delivery, seja do que for, pode representar a continuidade ou não do negócio.

Assim, a Gaudium, empresa de tecnologia responsável pela Machine, desenvolveu o Mr. Frete, que é um catálogo online com as melhores empresas de motoboy e entregas do Rio de Janeiro.

Através de uma curadoria, feito pela empresa, os usuários do site conseguem filtrar as áreas de atuação na cidade e tipos de entrega.

Além disso, o usuário consegue encontrar diversas informações sobre a empresa, podendo, assim, avaliar antes de fechar o negócio.

Como usar o Mr. Frete para contratar um motoboy no RJ?

O primeiro passo é acessar o site mrfrete.com.br.

Agora, basta rodar a tela um pouquinho pra baixo.

Então, o usuário terá a primeira opção de filtro, que é escolher a região da entrega.

Assim, o site “responde” ao usuário, quais empresas estão aptas a realizar o serviço para o local desejado.

Um pouco mais abaixo, o site também filtra algumas categorias de entrega, como:

  • Brindes;
  • Coleta de material para exames;
  • Documentos e papelaria;
  • Eletrônicos;
  • Encomenda frágil.

Porém, no nosso exemplo, vamos focar na filtragem através do local da entrega.

Então, vamos imaginar que temos um e-commerce e precisamos entregar um iPad comprado na nossa loja para um cliente no centro do Rio de Janeiro.

Como falei, ao clicar no local da entrega, o site abre uma série de empresas de motoboy que atuam na região.

Basta clicar em uma das empresas, que será aberto o cadastro da empresa no site, com informações como:

  • Horário de atendimento;
  • Endereço;
  • Telefone;
  • E-mail;
  • Site;
  • Redes sociais.

Agora, basta entrar em contato com a empresa e fechar o serviço.

É importante lembrar que o Mr. Frete não realiza entregas. Ele é um buscador que conecta as empresas de motoboy com os estabelecimentos que necessitam do serviço.

Assim, toda parte de orçamento ou organização do serviço é feita direto com a empresa.

Ah, e caso você um serviço de entrega no Rio de Janeiro e queira cadastrar sua empresa no site do Mr. Frete, basta preencher o formulário disponível no site.

Contrato para motoboy: como fazer?

Seu estabelecimento está precisando fechar um contrato de prestação de serviço com um motoboy ou uma empresa? Confira o material que preparamos.

De acordo com informações do aplicativo Mobills, gastos com delivery cresceram mais de 94% entre os meses de janeiro e maio.

Puxando esses números, estão os serviços prestados por motoboys de empresas especializadas e por aplicativos de delivery. Se você tem interesse em saber como montar uma empresa de motoboys, dê uma olhada no artigo que publicamos aqui no blog sobre o assunto. 

Mas se você é dono de um estabelecimento e precisa contratar os serviços de uma empresa de motoboys, o artigo de hoje é para você. O pontapé inicial para firmar essa relação é criando um contrato de prestação de serviços.

O que é um contrato de prestação de serviços?

É um documento que formaliza legalmente a relação entre as partes. É nesse contrato que estarão listadas as funções que o prestador precisará realizar em troca da remuneração.

É fundamental ter um contrato de prestação de serviços para que ambas as partes envolvidas sejam protegidas. Caso haja algum problema, o contrato será uma prova de extrema importância. 

É possível que o contrato seja ainda assinado virtualmente por assinatura eletrônica, que é um método semelhante à assinatura no papel, porém no meio eletrônico.

Como fazer um contrato de prestação de serviços?

Apesar de ter algumas especificidades de um contrato para o outro, a estrutura do contrato de prestação de serviços para uma empresa de motoboys é sempre a mesma.

Ele é dividido em nove etapas:

  • Qualificação;
  • Objeto do contrato;
  • Prestação de serviços;
  • Pagamento;
  • Prazo;
  • Obrigações do contratado;
  • Perdas e avarias;
  • Rescisão;
  • Conclusão.

Exemplo de Qualificação, com os dados pessoais:

Pelo presente contrato de prestação de serviços, de um lado, como CONTRATANTE, Restaurante 21, com sede na rua (…), nº (…), bairro de (…), cidade de (…), Estado de (…), inscrita no CNPJ sob nº (…), Inscrição Estadual (…), neste ato representada por (…) (nome completo, qualificação e RG), e de outro lado, como CONTRATADO, Empresa de motoboys com sede na rua (…), nº (…), bairro de (…), cidade de (…), Estado de (…), inscrita no CNPJ sob nº (…), Inscrição Estadual (…), neste ato representada por (…) (nome completo, qualificação e RG), têm justo e acertado o presente CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, que se regerá pelas disposições do Código Civil e demais cláusulas abaixo:

Exemplo de Objeto do contrato:

O CONTRATADO compromete-se a prestar serviços de entrega de refeições, em veículo próprio, qual seja motocicleta equipada especificamente para este tipo de ofício (com baú de transporte).

Exemplo de Prestação de Serviços:

Os serviços serão prestados de segunda a sábado, das 11h30 às 20h30 hs., sem horário fixo, de acordo com a conveniência da empresa e com a disponibilidade do contratado.

O CONTRATADO deverá atender aos chamados ocasionais da CONTRATANTE, reservando-se ao direito de recusá-los na impossibilidade do atendimento imediato, em respeito aos serviços prestados à outras empresas.

Uma vez aceito o serviço, o CONTRATADO se compromete a realizá-lo no tempo, local e seguindo as especificações combinadas.

O trajeto será feito entre o estabelecimento da CONTRATANTE, localizado na rua (…), nº (…), nesta cidade, e os endereços fornecidos pela mesma.

Exemplo de Pagamento:

Em remuneração pelos serviços ora ajustados, o CONTRATADO receberá a quantia de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por frete, paga da seguinte forma: depósito bancário no quinto dia útil do mês.

Aqui também deve ser incluída a previsão de multa e juros por atraso no pagamento.

Exemplo de Prazo:

O prazo de vigência deste instrumento será de 1 ano (um ano) (máximo de 4 anos), a partir de 20/09/2020, podendo ser rescindido pelas partes a qualquer tempo durante esse período, mediante prévio aviso, por escrito, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, sem prejuízo de multa contratual estipulada na cláusula nona.

Findo o prazo determinado, nada impede que o presente contrato seja renovado por período igual ou inferior.

Exemplo de Obrigações do Contratado:

Ficarão a cargo exclusivo do CONTRATADO todos os custos com combustíveis, conservação, limpeza e manutenção do veículo, principalmente no que se refere à parte mecânica e requisitos e condições de segurança estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro e normas do CONTRAN.

O CONTRATADO deverá possuir todos os equipamentos de segurança exigidos por força legal, responsabilizando-se, única e exclusivamente, por eventuais acidentes.

Exemplo de Perdas e Avarias:

As perdas ou avarias dos materiais durante o transporte, se decorrentes de caso fortuito, força maior, ou acidente cuja causa não seja imputável ao CONTRATADO, serão suportadas exclusivamente pela CONTRATANTE. Contrariamente, se as perdas ou avarias não forem oriundas das causas elencadas acima, o CONTRATADO deverá ressarcir a CONTRATANTE de todos os prejuízos daí decorrentes.

Exemplos de rescisão:

Caso a CONTRATANTE venha a rescindir o presente contrato antes do prazo convencionado, sem justa causa, terá que pagar ao CONTRATADO o valor de R$ 2.500 (dois mil e quinhentos reais), no prazo de 30 (trinta) dias da rescisão.

Exemplos de Conclusão:

E assim, por estarem justas e contratadas, as partes assinam este contrato em vias de igual teor, na presença das testemunhas abaixo.

Rio de Janeiro, 21 de setembro de 2020.

(Nome e assinatura do(s) Contratante(s))

(Nome e assinatura do(s) Contratado(s))

(Nome e assinatura da(s) Testemunhas(s))

É importante que este tipo de contrato contenha, ainda, uma cláusula de “desvinculações” prevendo que não existe qualquer relação societária ou trabalhista entre as partes, mas, tão somente civil em relação ao serviço prestado, objeto do contrato.

Um investimento importante nesse momento de constituição da empresa pode ser a contratação de um advogado especializado na área trabalhista e, preferencialmente, na área cível para a elaboração de uma minuta contratual.

A minuta é um modelo do contrato que permite a edição apenas dos campos variáveis de um motoboy para outro, facilitando bastante o dia a dia.

Além disso, a minuta elaborada por um profissional garante que os seus objetivos estarão previstos no contrato e os riscos reduzidos o máximo possível. 

Como otimizar entregas para consultórios odontológicos?

Você sabia que consultórios odontológicos podem ser um bom nicho de clientes para sua empresa de entregas? Então, como otimizar as entregas desse público?

Gerir um negócio de sucesso demanda muita atenção e planejamento. Um dos pilares cruciais para isso é entender a necessidade do cliente para que se possa realizar todos os esforços para atendê-lo.

Além de oferecer produtos que atendam à demanda e proporcionem bons resultados, é preciso atentar-se como esse produto chegará até o cliente.  A demora pode ser um tanto prejudicial ao negócio, já que a experiência de entrega está totalmente relacionada à qualidade do produto que a empresa oferece.

Se você entende isso e quer saber como otimizar o processo de entrega para os seus clientes, você está no lugar certo. Confira dicas valiosas para otimizar a entrega para clínicas e consultórios.

Por que é importante otimizar a entrega para a área odontológica?

Como falamos anteriormente, é muito importante que a entrega seja uma preocupação constante para o administrador de uma empresa.

No entanto, essa atenção deve ser dobrada para setores que possuem uma demanda com características mais urgentes, como o setor alimentício e de saúde. Justamente porque seus pedidos são sazonais e com um curto espaço entre o pedido e a utilização do produto.

Por exemplo, quando um paciente chega a um consultório odontológico com dúvidas, como o valor de um implante dental ou de um tratamento de canal.

A clínica precisa saber se possui agenda, se possui material para aquele procedimento e, caso não, ela precisa ter a certeza de que se fizer o pedido, ele chegará em pouco tempo. 

Tudo isso apenas antes de passar um orçamento para o paciente. Do que adianta informar um valor x, se a clínica sabe que não possui estrutura para atendê-lo?

Entende a complexidade e o impacto que a logística de entrega pode causar em um negócio?

Sabemos que parte dessa gestão também é responsabilidade do consultório, pois uma gestão interna também fará a diferença. Mas isso não descarta a necessidade de possuir um frete agilizado.

Por isso, otimizar esse processo é extremamente importante para que seu cliente fique satisfeito e seja fidelizado.

Entenda o processo de distribuição 

O primeiro passo para otimizar o seu processo de entrega, é entender como funciona a distribuição, quais são os pontos que possuem deficiência e quais estão funcionando melhor.

A entrega do produto será o último contato que o cliente terá, ou seja, a última oportunidade para passar uma boa impressão. Ela pode ser um fator decisivo, que fará o cliente continuar a negociar com você, ou não. 

E caso aconteça algum um erro nesse processo, isso pode prejudicar a imagem da marca.Por isso, é extremamente importante que você planeje as etapas do processo, para garantir que tudo seja conduzido conforme o esperado, sem grandes sustos e imprevistos.

Veja quais são os pilares desse processo em três etapas:

1. Confira o material

O processo de entrega começa logo após o pagamento do produto, com a separação e o preparo para envio.

Essa primeira etapa pode até parecer simples, no entanto, quando realizada em grande escala, pode haver confusão de pedidos parecidos. 

Por isso, é preciso que haja uma rotina de conferência, tanto dos materiais separados, quanto da parte fiscal do produto. Além disso, é preciso conferir o destino e todas as demais informações. Tudo isso, para certificar de que o produto vai chegar corretamente no local.

2. Entrega

A entrega já diz muito, não é mesmo?

Esse é o ponto crucial para que o produto chegue ao cliente, mas esse processo pode custar caro para a empresa, ainda mais se tiver problemas e complicações no trajeto.

Por isso, é preciso encontrar quais são as formas mais acessíveis, tanto para a sua empresa, quanto para seu cliente. Um fator decisivo no momento de conversão é justamente o barateamento do frete. 

Nessa etapa, é importante pensar nas possibilidades de trocas ou de devoluções, quais são as maneiras mais acessíveis financeiramente e confortáveis para o cliente.

3. Acompanhe o trajeto e os  resultados de cada entrega 

Depois de enviado, está na hora de acompanhar a entrega. É preciso verificar se o produto foi entregue conforme as expectativas da empresa e do cliente.

O acompanhamento permite identificar se os custos estão sendo otimizados ou se há algum gasto que poderia ser descartado. Além disso, é um meio de garantir que o produto chegou ao cliente no período acordado e, caso haja algum imprevisto, como resolvê-lo da melhor forma.

Para que esse acompanhamento seja eficiente, é necessário que os gestores estabeleçam metas para suas equipes e façam o acompanhamento por indicadores para, caso ocorram imprevistos, que eles possam ser facilmente resolvidos.

Como otimizar a logística de entrega para consultórios odontológicos?

Sabemos que o processo de entregas pode ser burocrático e pode gerar custos e até stress, tanto para a empresa como para o cliente.

Por isso, é preciso encontrar maneiras de otimizar esse processo.

Planeje a rota de entregas

Sabe a famosa frase “Combinado não sai caro”?  Ela se aplica perfeitamente nesse caso. Antes de informar um prazo para o seu cliente, é preciso ter a certeza de que irá cumpri-lo. 

Em alguns casos, é melhor informar um tempo maior de entrega, do que se comprometer com um prazo menor que não será cumprido.

Por isso, antes de informar qualquer data, faça uma simulação bem precisa e planeje todo o trajeto para informar um prazo real. Para isso, é possível encontrar diversos softwares no mercado que são capazes de calcular rotas e de informar o tempo de entrega de forma precisa e segura.

Esteja pronto para possíveis trocas ou devoluções 

Sabemos que mesmo que haja um planejamento impecável, erros e imprevistos ainda podem ocorrer.

Por isso, é fundamental que você esteja preparado para essas situações, com os recursos necessários para que o seu cliente devolva e receba o produto novamente, em pouco tempo.

Invista em tecnologia integrada 

A tecnologia traz inovações todos os anos para diversos ramos. No caso de uma clínica odontológica, já é possível fazer simulações do resultado de um tratamento em 3D.

No caso do marketing, podemos criar estratégias para que toda vez que uma pessoa pesquisar clareamento a laser valor ou implante dentário valor, um site específico se destaque permitindo novas conversões, por exemplo.

E com a logística não poderia ser diferente. Hoje podemos encontrar diversos softwares capazes de atender a diversos tipos de demanda.

Seja uma empresa grande ou pequena, é possível encontrar soluções com as ferramentas personalizadas. Elas são fundamentais para a otimização da gestão como um todo, principalmente na gestão de entregas.

Por intermédio delas, podemos ter uma visão mais ampla de todo o processo, como:

  • visualizar e organizar estoque em tempo real;
  • auxiliar no processo de conferência;
  • acompanhar o processo de entrega;
  • facilitar a identificação de imprevistos e deficiências no processo;
  • facilitar a troca de informações entre diversas equipes.

Otimizar o processo de entregas será trabalhoso e exigirá bastantes esforços. No entanto, será um fator que poderá trazer resultados surpreendentes a longo prazo, e até mesmo proporcionar mais lucratividade ao seu negócio.

Texto publicado em parceria com a Clínica Ideal.