Cerca eletrônica: o que é e como funciona?

A cerca eletrônica é a funcionalidade que permite o gestor do app marcar no mapa regiões onde motoristas e entregadores podem ou não atuar.

É importante definir algumas estratégias antes mesmo de colocar seu aplicativo de transporte ou entregas na rua.

Uma delas é a área de atuação.

Na Machine, ao adquirir a nossa plataforma, o gestor pode trabalhar em toda região geográfica do município.

Ou seja, ao fechar negócio com nossa equipe, você vai informar, por exemplo, que seu aplicativo irá atuar no Rio de Janeiro.

Assim, sua licença será válida para todo município do Rio de Janeiro, podendo você atuar em Campo Grande, Barra da Tijuca, Copacabana e demais bairros da cidade maravilhosa.

Vale lembrar que a adição de outras cidades deve ser negociada com nossa equipe, ok?

No entanto, no caminho inverso, alguns gestores podem optar por reduzir a área da sua atuação.

Essa decisão é estratégica, principalmente no início do aplicativo.

Segundo uma das 7 leis de sucesso do aplicativo de transporte, a Lei da Expansão, um aplicativo regional não precisa começar atendendo toda cidade.

Afinal, imagine um app desbalanceado geograficamente, que esteja recebendo muitas corridas em um canto da cidade, mas que os motoristas estejam atuando no outro.

E, é pra isso também que serve uma das principais funcionalidades da Machine, a cerca eletrônica. 

O que é a cerca eletrônica?

A cerca eletrônica é uma funcionalidade dos aplicativos gerados pela Machine.

Ela permite que o gestor crie no mapa regiões em que o motorista e entregador pode ou não receber corridas. 

Seu uso vai variar de acordo com a estratégia do aplicativo. 

Afinal, ele funciona tanto por meio das áreas de permissão, quanto pelas áreas de bloqueio, como veremos mais à frente.

Elas podem ser úteis para diversos fins, como:

  • Motoristas e entregadores que queiram receber solicitações apenas de locais específicos, como aeroportos e shoppings centers;
  • Focar na atuação em bairros ou regiões específicas;
  • Impedir que motoristas recebam corridas dentro de casa;

Como funciona a cerca eletrônica?

Dentro da plataforma de gestão do aplicativo, o gestor consegue habilitar Áreas de Bloqueio e Áreas de Permissão.

Com as cercas ativadas, o gestor começar a criar as regiões dentro do sistema.

Com as regiões criadas, o gestor vai até a página do seu motorista/entregador, também dentro da plataforma e seleciona qual área ele se encaixa.

Afinal, a cerca é definida por motorista/entregador e nem todos precisam estar dentro dela.

Área de permissão

A área de permissão indica os locais em que os motoristas/entregadores podem receber corridas disparadas.

Aqui é importante explicar que o motorista/entregador pode estar fora da área, o que conta na área de permissão é a localização do cliente.

Por exemplo, voltando ao caso da empresa do Rio de Janeiro.

Se eu seleciono o bairro de Copacabana como uma Área de Permissão para o motorista Vinícius, ele só vai receber corridas em que os clientes tenham pedido em Copacabana.

Esse é o caso dos motoristas/entregadores que irão trabalhar apenas em uma região específica, atendendo aeroportos ou hotéis, por exemplo.

Área de Bloqueio

Ao contrário da Área de Permissão, a Área de Bloqueio está diretamente ligada com a posição do motorista/entregador.

Assim, ao entrar em uma dessas regiões, o motorista/entregador recebe um aviso sonoro e visual dentro do app.

Ele não conseguirá receber nenhum serviço, pois o envio de corrida estará interrompido.

Para voltar a receber chamadas, basta ele se dirigir para fora da área de bloqueio.

A Área de Bloqueio é ideal para evitar que motorista/entregadores trabalhem em áreas de riscos ou que recebam corridas dentro de suas próprias casas.

É possível criar ilimitadas áreas, tanto de bloqueio quanto de permissão, cabendo ao gestor escolher a melhor maneira de trabalhar com essa funcionalidade.

A cerca eletrônica está disponível nos Planos Ouro e Diamante.

Como criar conta na App Store?

Descubra como criar conta na App Store para subir seu aplicativo em uma das principais lojas de apps do mundo.

Há alguns dias publicamos um texto explicando a diferença de ter um aplicativo para iPhone compartilhado ou personalizado.

Aqui, na Machine, geramos aplicativos de transporte e entregas para Android e iOS.

No caso dos clientes Ouro e Diamante, que têm seus aplicativos iPhone personalizado, é necessário criar uma conta na App Store, a loja virtual da Apple.

Hoje vamos ensinar o passo a passo de como criar dessa conta na App Store.

Um primeiro ponto importante é que a Apple não aceita CNPJs de microempresas (ME) ou de empresas individuais, como MEI.

Entre no site Apple Developer Program

Você pode acessar o site através deste link: https://developer.apple.com/programs/.

Dentro do site, clique em “Enroll”.

Clique em “Start Your Enrollment”

Algumas páginas são todas em inglês, então o ideal é que, caso você não domine o idioma, este processo seja feito com a ajuda de um tradutor.

O Google Tradutor pode ser útil.

Faça login na Apple

Esta etapa já estará disponível em português, e nela você terá a opção de digitar seu ID, caso já tenha, ou criar um novo.

Caso você ainda não tenha um ID Apple e precise criar, clique em “Crie o seu agora”. Você será redirecionado uma nova página:

Após fornecer todas as informações, clique em “Continuar” para receber um código de verificação por e-mail. Depois de digitar esse código, clique novamente em “Continuar”.

Pronto. Agora você deve voltar à página inicial e inserir seu ID Apple.

Selecione a opção “Developer Program”

A partir desta etapa, o site volta a ficar em inglês, então é aconselhável continuar utilizando algum tradutor.

Você será redirecionado para os termos de uso da plataforma. E, após ler e concordar, clique em “Submit”.

O próximo passo é decidir se sua inscrição será feita na modalidade individual ou empresa.

Para se inscrever de forma empresarial, você precisará ter um número D-U-N-S, que nada mais é do que um número de série exclusivo para identificar pessoas jurídicas, ou seja, empresas.

Para consegui-lo, basta acessar o site da Dun & Bradstreet (https://www.cialdnb.com/) e solicitar um número gratuitamente.

Você só precisará informar os seguintes dados:

  • Nome da empresa;
  • Endereço da sede;
  • Endereço para correspondência (caso seja diferente);
  • Informações para contato profissional.

Escolha a opção “Company / Organization”

Depois, você vai precisar confirmar seu compromisso de responsabilidade, clicando na primeira opção:

Informe os dados da empresa

Lembrando que a empresa precisa ter um site disponível publicamente e associado a ela.

Informe seus dados de pagamento

É necessário pagar uma taxa à Apple.

O pagamento é anual e custa 99 dólares, valor equivalente a quase R$530 na cotação atual.

Além disso, o cartão de crédito precisa ser internacional.

Pronto! Em alguns dias você receberá um e-mail da Apple com um código de ativação e sua conta estará disponível.

Botão de pânico: segurança para motoristas e entregadores

O Botão de Pânico é uma funcionalidade de segurança da Machine. Com ele, motoristas e entregadores podem enviar alertas em caso de emergência.

É fato que motoristas, taxistas, entregadores e mototaxistas se arriscam no dia a dia da profissão.

Os desafios são os mais diversos possíveis, de falta de infraestrutura à violência.

Isso sem falar dos contratempos do dia a dia, como panes no veículo ou acidentes.

Por isso, as principais empresas de tecnologia para mobilidade urbana e entregas devem investir todo esforço possível para garantir a segurança dos profissionais que usam as ferramentas como forma de trabalho.

Aqui na Machine não é diferente.

Uma das nossas principais funcionalidades de segurança é o Botão de Pânico.

Se você visitou nossa página de Planos e Preços, provavelmente deve ter visto que ele está disponível para os Planos Ouro e Diamante.

Vamos explicar o passo a passo dessa funcionalidade.

O que é o Botão de Pânico?

O Botão de Pânico é uma funcionalidade de segurança da Machine.

Assim, as empresas de transporte de passageiros e entregas que usam a nossa tecnologia de geração de aplicativos, podem habilitar um botão que permite que entregadores e motoristas acionem em momentos de perigo, insegurança ou algum outro contratempo.

É importante ressaltar que esse botão deve ser acionado apenas quando não há risco iminente para o profissional.

Por exemplo, em um assalto, nunca se deve fazer movimentos bruscos e apesar de, como veremos, o botão ser bem discreto, não é aconselhável que ele seja acionado nesses casos.

O ideal é que o gestor defina diretrizes gerais para o acionamento, como quebra de veículo e acidente.

Como ele funciona?

O botão de pânico é configurado dentro da plataforma, ou seja, o gestor do aplicativo pode escolher exibi-lo ou não para motoristas e entregadores.

Caso ele queira contar com a funcionalidade, basta clicar na opção sim em Exibir botão de pânico.

O gestor também pode configurar a distância em que o alerta será emitido para outros profissionais.

Pois, além de acionar a central, o botão de pânico pode ser configurado para alertar motoristas ou entregadores ao redor de quem fez a chamada, fazendo com que eles se dirijam para o local ou, ao contrário, evitem se aproximar. Caso o gestor não queira que o alerta seja emitido para os outros profissionais, basta inserir o número 0 no campo de distância.

Por fim, o gestor configura por quantos minutos o alerta deve aparecer para operadores e motoristas.

Vale lembrar que mesmo com o botão de pânico habilitado, o próprio motorista ou entregador pode desabilitar a funcionalidade por conta própria.

Basta entrar nas configurações do aplicativo, clicar em personalizações e desmarcar a opção permitir botão de pânico.

Ele pode ser reabilitado a qualquer momento.

Estando com a função habilitada, o motorista ou entregador vai ver o botão de pânico na tela do seu celular, como na imagem abaixo.

Caso sinta a necessidade de acionar, o profissional deve pressionar por 2 segundos o ícone. Em seguida, aparecerá uma mensagem de confirmação.

Com a mensagem acionada, o alerta será enviado diretamente para a central, que deve tomar as medidas necessárias para resgatar o profissional.

No caso dos motoristas e entregadores ao redor de quem disparou o chamado, eles receberão uma mensagem dentro do aplicativo, com o local onde o alerta foi disparado, horário, nome do colega, além da placa e modelo do veículo.

Como falamos anteriormente, um alerta geral para os gestores que habilitarem a função do botão de pânico é definir diretrizes para o acionamento dele, evitando que ele seja acionado por qualquer motivo.

Mandaê: a startup de entregas para e-commerces

A Mandaê conecta e-commerces a transportadoras para realizar entregas de produtos de São Paulo para todo Brasil.

Já falamos diversas vezes aqui no blog sobre última milha e outros fatores que envolvem a entrega de alguma encomenda. 

Foi pensando em otimizar ainda mais esse processo que a Mandaê foi criada em abril de 2014 por Marcelo Fujimoto, Karim Hardane e Leo Simões.

Em 2018, a Mandaê recebeu o prêmio “Top Startups”, oferecido pelo Linkedin, que reconhece as 25 startups mais desejadas do país. 

Além disso, também foram consideramos  como uma das 50 principais startups da América Latina, de acordo com o Fórum Econômico Mundial.

E olha que ainda foram convidados pelo Google para participar do Launchpad Accelerator – programa para impulsionar pequenas empresas inovadoras com possibilidade de atuação global.

O que é e como funciona?

Ela não é uma transportadora, mas sim uma startup parceira dos Correios e de outras transportadoras, que cuida de todas as etapas de envio de um produto. 

A empresa é responsável desde à embalagem até a postagem. 

Basta o cliente criar um cadastro no site, fotografar o objeto desejado e solicitar a coleta. 

Uma equipe da empresa busca o objeto dentro de algumas horas e assume o envio a partir daquele momento. O cliente não precisa nem comprar a embalagem. A Mandaê cuida de tudo.

Na hora da solicitação, o cliente consegue visualizar um simulador de preço para decidir qual meio de envio vai optar. O tempo de espera é igual aos meios tradicionais.

Foto: Reprodução/Mandaê

Ao finalizar a solicitação, a empresa oferece um seguro contra extravio. Sendo assim, se algo acontecer com a encomenda durante o trajeto, a Mandaê cobre todo o valor da encomenda declarada na hora da solicitação. 

Os clientes da empresa passam a ter uma lista de faturas, onde os débitos aparecem. 

O pagamento pode ser feito de maneira tanto semanal quanto quinzenal, sempre por boleto bancário. Quando o cliente atrasa o pagamento, juros de até 2% a.m. são incluídos na conta.

Além disso, a empresa tem um sistema de rastreamento próprio, o Rastraê, em que os clientes podem acompanhar toda movimentação da encomenda. 

Foto: Reprodução/Mandaê

Tipos de planos

Apesar de ser um serviço extremamente procurado, a Mandaê opera com um único plano: o Freedom

O e-commerce que deseja ser parceiro precisa ter um gasto mínimo mensal com frete de R$ 7 mil. Atualmente, ela envia para todas as regiões do país, mas realiza coleta apenas no estado de São Paulo. 

Interessados de outras regiões precisam entrar em contato diretamente com a central de atendimento da empresa.

O Plano Freedom também permite que o cliente faça integração com outras plataformas como, por exemplo, Bling e Mercado Livre. A própria plataforma faz esse processo, basta que a pessoa escolha a opção “importar venda”. Depois, é só responder ao questionário e, pronto, já será redirecionado para sua conta. 

A empresa também oferece uma plataforma interna de acompanhamento, onde os parceiros podem gerenciar todos os envios e analisar a eficiência da modalidade de frete escolhida. Assim, podem tomar decisões mais inteligentes.

Foto: Reprodução/Mandaê

Contudo, a empresa não envia alguns produtos, como:

  • Jóias;
  • Eletrodomésticos;
  • Alimentos perecíveis;
  • Produtos inflamáveis;
  • Plantas etc.

Confira aqui a lista do que não pode ser enviado pela Mandaê.

4 soluções de entregas de última milha para e-commerces

As entregas de última milha são o maior desafio de e-commerces pelo país, por isso, conheça algumas soluções de entregas para o setor.

A última milha da entrega não é um assunto novo aqui no blog.

Já falamos algumas vezes sobre os desafios e até mesmo de algumas empresas e startups que desenvolvem soluções para esse trecho final.

E é impossível falar de última milha, sem falar de e-commerce.

Afinal, a entrega nem sempre acompanha os avanços nas formas de pagamento e até mesmo na criação de portais de vendas online.

Resumindo, atualmente quem vende pela internet tem um leque de opções já consolidados para colocar seu site no ar e disponibilizar diversas formas de pagamento para o cliente.

Mas, quando chega na entrega, vem aquela dor de cabeça.

Porém, o que vamos mostrar no texto de hoje são algumas opções de empresas e serviços que podem atender seu e-commerce, realizando entregas de última milha para você.

Lembrando que definimos a última milha como a etapa final da entrega de uma venda online, ou seja, o momento que o produto sai da loja ou centro de distribuição e chega até às mãos dos clientes.

Loggi

A Loggi é, provavelmente, uma das soluções de última milha de entrega mais consolidadas no mercado brasileiro.

Não à toa, é a escolhida para realizar entregas de grandes e-commerces como a Amazon e a Dafiti.

Para cadastrar um e-commerce na Loggi, é necessário enviar um e-mail para [email protected] com o assunto: “Quero ser cliente e-commerce”.

É possível também realizar um cadastro nesta página.

As entregas podem ser realizadas do Centro de Distribuição do próprio e-commerce ou dos hubs da Loggi.

Segundo a empresa “tudo vai depender do modelo que faz mais sentido para seu negócio, conforme volume de pacotes e proposta comercial feita sob medida para sua operação”.

O entregador mais próximo, que a Loggi chama de “mensageiro”, é quem realiza a entrega, ou seja, não é possível escolher o profissional.

Além disso, a entrega pode ser acompanhada em tempo real pelo cliente, que recebe da própria Loggi, via e-mail ou SMS, um link de rastreio com nome do entregador, estimativa de chegada e o histórico da entrega.

Na cidade de São Paulo, a empresa disponibiliza duas modalidades de entrega, same-day delivery (entregas em até 6h) e next-day delivery (entregas em até 12h).

As entregas são feitas com moto ou vans e o tamanho máximo dos produtos variam acordo com a categoria.

No same-day delivery, devem ter no máximo 22cm de altura, 34cm de comprimento e 20cm de largura, com o máximo de 20 kg.

Já no next day delivery, os pacotes devem ter, no máximo, 70cm de altura, 52cm de comprimento e 47cm de largura, pesando 25kg.

Os pagementos são feitos de forma faturada, ou seja, os entregadores realizam o serviço e no tempo acertado, a Loggi realiza a cobrança.

Os preços das entregas para empresas seguem a tabela abaixo.

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Lalamove

A Lalamove é uma plataforma de entregas chinesa, que conecta estabelecimentos a entregadores autônomos.

Também já falamos sobre ela aqui no blog.

Segundo a matéria do PEGN, o principal diferencial da chinesa em relação à Loggi é a variedade de modais que a empresa cadastra em sua plataforma.

  • Carretas;
  • Utilitários;
  • SUVs.

O cadastro dos e-commerces que desejam realizar entregas de última milha pela Lalamove é feito no site lalamove.com/brasil/empresas.

Vale lembrar que a plataforma aceita o cadastro tanto de pessoas físicas quanto de empresas. Porém, as empresas possuem vantagens na criação da conta corporativa, como:

  • Conta de negócios: libera vários usuários na mesma conta;
  • Faturamento: crédito pós-pago para clientes mediante análise de crédito;
  • Atendimento prioritário: suporte imediato;
  • Relatórios mensais: acompanhamento das despesas na conta.

O pagamento pelo serviço é realizado em dinheiro ou pela carteira virtual da Lalamove, que é recarregada com cartão de crédito ou boleto bancário.

Além disso, para os clientes corporativos, é possível pagar de forma faturada.

A plataforma da empresa permite o agendamento da entrega em um período de até 30 dias ou para despacho imediato, sendo possível inserir 19 pontos de coleta/entrega durante a rota.

O tamanho máximo dos objetos (cm) varia de acordo com o transporte escolhido.

  • LalaGo (motos placa cinza): 35 x 40 x 30;
  • LalaPro (motos placa vermelha): 40 x 45 x 35;
  • SUV: 125 X 80 X 60;
  • Utilitário: 188 x 133 x 108;
  • Carreta: 200 x 200 x 250.

Para conferir os valores das entregas com a Lalamove, confira a página da empresa.

Eu Entrego

A Eu Entrego se nomeia como uma plataforma crowdshipping, que é quando pessoas comuns fazem entregas com carros de passeio.

Ou seja, ela é uma espécie de Uber das entregas.

Sua maior diferença tanto da Loggi quanto da Lalamove, é que com a Eu Entregado não há preço tabelado.

Assim, o lojista faz uma oferta para os entregadores da base da empresa, que podem aceitar, recusar ou fazer uma contraproposta.

Atualmente, a empresa estabelece seu serviços em um tripé:

  • Same-day delivery: modalidade de entregas em que o cliente pede à distância, seja pelo computador, telefone ou app, e recebe o produto no mesmo dia.
  • Logística reversa: operação de tirar o produto da mão do cliente e retornar com ele à loja.
  • Roteirização e monitoramento: sistema que elabora o roteiro das entregas para o entregador e monitora seu deslocamento.

Os e-commerces devem realizar um cadastro na página da empresa, euentrego.com.br.

Mandaê

A Mandaê se intitula como uma transportadora para e-commerces.

Então, na prática, ela não é apenas uma solução de última milha, mas faz todo o processo da entrega.

Ela conecta os e-commerces às transportadoras usando algoritmos para identificar a melhor solução, de acordo com alguns critérios.

Os e-commerces interessados devem entrar no site mandae.com.br/quero-contratar.

A simulação do cálculo do frete é feito dentro da plataforma, inserindo ose seguintes dados:

  • CEP de destino;
  • Dimensões:
  • Altura, Largura e Comprimento (aproximados);
  • Peso (aproximado).

A cobrança é feita de forma faturada, semanalmente ou quinzenalmente, e deve ser paga via boleto.

Para mais informações, acesse a central de ajuda do Mandaê.

6 soluções de entregas para mercados

Os mercados entraram de vez na era das vendas online, por isso, veremos quais são e como funcionam as principais soluções de entregas para mercados no Brasil.

Tão importante quanto a venda, a entrega é um grande desafio no dia a dia de donos e gerentes de mercados em todo o Brasil.

Com o início da pandemia do novo coronavírus e das medidas de isolamento social, o número das vendas online em mercados disparou.

Já no final de março, um estudo realizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e consultoria da Compre & Confie, mostrava que as vendas online de mercado haviam crescido 80% em fevereiro e março, comparando com o mesmo período de 2020.

Uma das soluções das quais falaremos aqui, o Supermercado Now, chegou a registrar aumento de 600% no volume de vendas na plataforma, como informado pelo portal Meio e Mensagem.

Com isso, um dos principais desafios de quem trabalha no setor é encontrar soluções que facilitem o dia a dia dos mercados.

Afinal, este foi um dos poucos setores que não precisou fechar as portas durante a pandemia, ainda assim, nos últimos meses, houve uma mudança acelerada nos hábitos de compras dos brasileiros, a tendência é que cada vez mais eles optem por pedir no conforto das suas casas.

iFood

Nos últimos meses, o iFood passou a investir pesado nas vendas e entregas de mercados.

Desde junho de 2019, através de uma parceria com o SiteMercado, o iFood já realizava entregas para o setor. Porém, de uma forma ainda muito tímida.

Mas, com o visível aumento na procura por produtos de mercado nos últimos meses, a empresa passou a apostar ainda mais no setor, tanto que adquiriu em setembro deste ano o seu então parceiro SiteMercado.

Hoje, o iFood cadastra mercados em todos os municípios em que opera, oferecendo os mesmos dois planos que possui para restaurantes: básico e entregas.

No Plano Básico, o iFood não realiza as entregas, apenas disponibiliza seu marketplace para as transações.

Já no Plano Entregas, o serviço é realizado pelos entregadores nuvem da plataforma.

Os funcionários do mercado devem coletar, empacotar e entregar os produtos para os entregadores do iFood, que levarão o pedido aos clientes.

O aplicativo cobra uma comissão de 17% sob o valor dos pedidos e uma mensalidade de R$ 500 caso o estabelecimento fature mais do que R$ 5.000 mensais.

O repasse das compras realizadas através do cartão no app é feito em até 4 semanas, sempre às quartas-feiras.

Rappi

O Rappi foi um dos primeiros aplicativos a oferecer entregas de supermercado online no Brasil.

Para os mercados que desejam entregar pelo app, o cadastro é feito através do site.

Eles cobram uma comissão de 25% sobre o valor dos produtos comercializados e, em alguns itens, uma taxa a mais pelo Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Segundo a empresa, a área das entregas varia de 2 km a 5 km do mercado e o valor da entrega é pago pelo cliente final.

Supermercado Now

O Supermercado Now é um dos pioneiros nas vendas online de produtos de mercado no Brasil.

Em janeiro de 2020, eles foram adquiridos pela B2W, empresa de comércio eletrônico famosa por ser dona das Lojas Americanas, Submarino e Shoptime.

O Now possui parcerias com dezenas de mercados pelo Brasil e funciona da seguinte forma:

  1. O cliente entra no aplicativo ou plataforma do Supermercado Now;
  2. Escolhe o mercado e faz a lista de compras;
  3. Os entregadores cadastrados no Now, conhecidos como shoppers, realizam as compras e as entregam para o cliente.

A empresa não oferece em seu site muitas informações sobre como funciona a parceria com os mercados.

No entanto, disponibiliza o e-mail “[email protected]” para os estabelecimentos que desejam se cadastrar na plataforma.

Cornershop

A Cornershop é a plataforma da Uber para vendas de produtos de mercado.

Atualmente, ela está disponível em algumas regiões de São Paulo, Alphaville, Barueri, Osasco, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

Os clientes conseguem realizar as compras através do site da empresa ou pelo próprio app da Uber, nas versões mais atualizadas.

Então, o mercado é notificado da venda e aguarda a chegada de um dos entregadores do aplicativo, que escolhe os produtos e realiza as entregas.

O repasse do dinheiro é feito semanalmente ao mercado, às quartas-feiras.

É cobrada uma taxa de 15% + IVA de cada pedido.

Os requisitos para cadastrar um mercado na plataforma são:

  • Loja física própria;
  • Catálogo atualizado com fotos e preços, para que seja mantido a meta de 85% de produtos encontrados;
  • Mesmo preço praticado na loja física;
  • Conta bancária em nome da empresa ou de seu representante legal.

O cadastro do estabelecimento é feito no site cornershopapp.com/pt-br/stores, após a inscrição, o aplicativo analisa as informações, e quando aprovado, envia um link de cadastro para que o responsável configure as lojas, as filiais, os produtos, personalize a página com a marca e tenha acesso às ferramentas de gestão da Cornershop.

As entregas são realizadas em um raio de até 6 km do estabelecimento.

James

O James é o aplicativo de delivery do Grupo Pão de Açúcar.

Na verdade, ele se apresenta como o primeiro aplicativo de delivery de tudo do Brasil.

Ele começou a atuar em Curitiba, mas, atualmente, está nas seguintes cidades e regiões:

  • Aracaju
  • Fortaleza
  • João Pessoa
  • Palmas
  • Recife
  • Salvador
  • Teresina
  • Brasília
  • Campo Grande
  • Cuiabá
  • ABC
  • Alphaville
  • Belo Horizonte
  • Curitiba
  • Niterói
  • Ribeirão Preto
  • Rio de Janeiro
  • Santos
  • São José dos Campos
  • São Paulo
  • Sorocaba
  • Uberlândia

O cadastro dos mercados é feito no site jamesdelivery.com.br/parceiros. Por lá, a empresa não divulga muitas informações sobre taxas e mensalidade.

No entanto, no FAQ, o James diz que a comissão é calculada sobre o valor dos pedidos e a taxa de manutenção do app é negociada direto com o estabelecimento.

Machine

A Machine também é uma solução para entregas de mercado.

Afinal, com a nossa plataforma, os estabelecimentos conseguem ter o seu próprio sistema de entregas, cadastrar seus próprios entregadores e acompanhar em tempo real o deslocamento dos produtos.

Ao contrário das soluções que falamos aqui, não possuímos um marketplace, por isso, a transação deve ser realizada dentro de uma outra plataforma, que pode ser o próprio site do mercado ou o iFood, que conta com integração com o nosso sistema.

Para contratar a Machine, os mercados pagam uma taxa de adesão pelo desenvolvimento do sistema e as mensalidades, que variam de acordo com a quantidade de entregas solicitadas na plataforma.

Motoboy tem direito ao adicional de periculosidade ou insalubridade?

O motoboy CLT tem direito ao adicional por periculosidade, já a insalubridade é determinada pela investigação de um perito em seu local de trabalho.

Periculosidade é, por definição, aquilo que é perigoso ou coloca a vida de alguém em risco. 

No âmbito profissional, é toda atividade que ameaça a saúde ou a vida do trabalhador.

De acordo com o portal Guia Trabalhista, são consideradas atividades ou operações perigosas aquelas que por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a:

  • Inflamáveis, explosivos ou energia elétrica;
  • Roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial.

Periculosidade na profissão do motoboy

De acordo com a Norma Regulamentadora 16, “as atividades laborais com utilização de motocicleta ou motoneta no deslocamento de trabalhador em vias públicas são consideradas perigosas”.

Por isso, em 2014, a então presidente Dilma Rousseff sancionou um decreto lei que enquadra definitivamente as profissões de mototáxi, motoboy e motofrete como periculosas. 

Dessa forma, esses profissionais têm direito ao adicional de periculosidade.

Ele corresponde a 30% sobre o valor do salário-base do empregado do momento da admissão até a rescisão, considerando os devidos reflexos.

O decreto incluiu um parágrafo ao Artigo 193 da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT).

§ 4o São também consideradas perigosas as atividades de trabalhador em motocicleta. (Incluído pela Lei nº 12.997, de 2014)

No entanto, vale ressaltar que esse cálculo leva em conta apenas o salário fixo mensal, desconsiderando o repouso semanal remunerado.

É importante destacar ainda que esse é um direito competente apenas a quem trabalha com carteira assinada e usa a moto, efetivamente, para trabalhar. 

Dessa forma, motoboys parceiros sem vínculo empregatício como é no caso do iFood, Rappi, Loggi etc, não têm direito.

E o que é insalubridade?

Insalubridade na relação trabalhista é quando o ambiente de trabalho pode impor ao profissional riscos a sua saúde.

Esses riscos podem aparecer tanto a curto prazo, como nos casos dos trabalhadores da indústria metalúrgica, quanto a longo prazo, como é o caso dos profissionais das usinas nucleares.

Assim, quando um profissional fica exposto a condições acima do limite permitido por lei, dizemos que ele ou ela trabalha em condições insalubres.

Segundo a Norma Regulamentadora 15, são passíveis de condição de insalubridade, profissionais expostos excessivamente a fatores como:

  • Ruídos contínuos, intermitentes ou de impacto;
  • Calor;
  • Radiação;
  • Agentes químicos e biológicos;
  • Poeira mineral;
  • Condições hiperbáricas (pressão);
  • Vibração;  
  • Temperatura e umidade.

Aos profissionais que se expõem a tais condições é oferecido por lei o adicional de insalubridade.

O valor do adicional de insalubridade é calculado tendo como base o salário-mínimo vigente. Assim, o valor pago pode ser de 10% para o grau mínimo de risco, 20% para o médio e 40% para o máximo.

Quem define se o profissional exerce ou não uma atividade insalubre é um profissional de Segurança e Medicina do Trabalho ou um perito judicial.

Segundo o advogado Alberto L. Borem Junior, a norma possui ao todo 14 anexos, onde determina o Limite de Tolerância para cada risco ambiental existente em uma atividade.

Entretanto, dois pontos precisam ser considerados.

Não é possível acumular os dois adicionais. O profissional que se encaixa como beneficiário deverá escolher apenas um para receber.

Além disso, assim como o adicional de periculosidade, apenas funcionários CLT têm direito à taxa de insalubridade, logo, profissionais autônomos ou liberais não podem requerer o benefício.

Como ser entregador do iFood?

O iFood é o principal aplicativo de entregas de alimentos do Brasil e sua plataforma de entregadores atrai a atenção de muita gente.

Em março de 2020, o iFood contava com 150 mil entregadores cadastrados em sua plataforma.

Com a chegada da crise causada pelo coronavírus e com a onda de desemprego que atingiu o país, é muito provável que esse número tenha crescido ainda mais.

Assim, muita gente ainda se pergunta como ser entregador do iFood.

Nossa intenção é mostrar o passo a passo do cadastro até a entrega.

Cadastro

O primeiro passo é realizar o cadastro pelo aplicativo iFood para entregador.

Ele está disponível na Play Store para celulares Android.

É por lá que o entregador irá realizar o cadastro e receber os serviços de entrega.

Alguns pré-requisitos exigidos pelo aplicativo são:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Plano de dados 3G;
  • Veículo de entrega;
  • Caixa térmica ou baú próprio;
  • Conta bancária (corrente ou poupança);
  • RG emitido nos últimos 10 anos para bikeboys.

Logo no início, o aplicativo solicita as seguintes informações pessoais para a realização do cadastro:

  • CPF;
  • Nome;
  • E-mail;
  • Senha.

É nesse momento que o entregador deve aceitar os termos de uso da plataforma. Na sequência, deverá informar se é um entregador fixo ou nuvem.

Vamos explicar o que são essas categorias na sequência.

Qual a diferença de entregador fixo para o nuvem?

O entregador nuvem vai receber pedidos de entregas de todos os restaurantes do Plano de Entrega do aplicativo. Assim, ele não será exclusivo de um restaurante.

Ao contrário do entregador fixo, que é aquele que já atende a um restaurante específico parceiro do iFood.

No entanto, o entregador fixo pode desabilitar essa função no momento que quiser e passar a atender a outros restaurantes também.

Região da entrega

Na sequência, o entregador deve informar o local em que irá realizar as entregas.

Vale ressaltar que o iFood para entregador está presente em uma quantidade reduzida de locais.

Apesar do aplicativo estar disponível em mais de 1,7 mil municípios brasileiros, a plataforma de cadastro de entregadores não chega nem a 1% dessas localidades.

Modalidade de entrega

Durante o cadastro, o entregador também deve informar com qual veículo irá realizar a entrega.

Atualmente, é possível fazer entregas pelo iFood com:

  • Bicicletas;
  • Moto;
  • Patinete elétrico;
  • Carro;
  • Bicicletas elétricas;
  • A pé.

Fotos, documentos e dados bancários

Por fim, o entregador deve enviar uma foto dele e dos documentos pedidos.

Para motos, CNH com categoria B e para carros CNH com categoria A.

Já os bikeboys precisam enviar apenas uma foto do RG.

Na sequência, é preciso inserir os dados bancários. O iFood alerta que é obrigatório que a conta seja da titularidade do entregador.

Com todos os dados inseridos, basta aguardar a aprovação do cadastro.

Quanto o iFood paga por entrega?

O aplicativo não informa um valor fixo. Segundo o app, o valor da entrega varia de acordo com:

  • O número de pedidos;
  • Perfil da cidade;
  • Hora e dia da semana;
  • Modal da entrega.

No entanto, ele alerta que o valor do serviço nunca é menor do que R$ 5,00.

O valor mínimo do Km rodado é de R$1 e ainda há uma taxa adicional a partir de 5Km, caso o entregador esteja longe do restaurante.

O cálculo do valor da entrega é feito somando a retirada do pedido no restaurante + entrega para o cliente + distância rodada.

Os repasses dos ganhos da semana são feitos nas quintas da semana seguinte, até às 20h.Para mais informações, consulte ifoodentregadores.wpcomstaging.com.

Loggi: o que é e como funciona?

A Loggi é um aplicativo de entregas via motoboy que conecta estabelecimentos e pessoas físicas a entregadores cadastrados.

De acordo com um estudo do Google apresentado no Brazil at Silicon Valley, que menciona as startups mais procuradas no buscador. Entre as principais, todas são de delivery: iFood, Rappi, Liv Up e Loggi. A última, por sinal, teve aumento de 94% nas buscas. 

Neste setor, os aplicativos são divididos entre os que possuem o marketplace, ou seja, em que você pode realizar compras diretamente no app, que é o caso do iFood ou Rappi, e aqueles sem o marketplace, focados na entrega e no transporte de mercadorias, como os apps que usam o módulo de entregas da Machine e a Loggi.

A empresa se declara como um aplicativo de entregas via motoboy. Ela funciona como uma intermediária conectando clientes a entregadores.

História da empresa

Em entrevista ao portal StartSe, o fundador da Loggi, Fabien Mendez, destrinchou a própria história e a da empresa que fundou e preside até hoje.

Fabien começou a trabalhar como analista de fusões e aquisições na J.P Morgan, uma das principais consultorias financeiras do mundo. Oriundo do mercado financeiro, após conseguir um emprego, veio morar no Brasil, e logo, começou a empreender no país.

Contratado como executivo da BNP Paribas, maior banco de investimento da França, desembarcou na capital paulista como funcionário, mas tempos depois decidiu abrir seu próprio negócio.

Curiosamente, apostou no mercado de transporte de passageiros por aplicativo, com o app GoJames. No entanto, em um país em que até então nem a Uber atuava e sem a regulamentação apropriada (que era quase inexistente), o negócio não durou muito. Porém, a enorme vontade de empreender permaneceu.

Segundo o blog da Loggi, ao observar o intenso fluxo de motoboys no país e as falhas na organização e no processo de entrega como um todo, decidiu investir no ramo para otimizar a operação.

Assim, o app passou a facilitar a vida de pessoas físicas e jurídicas. Bastava baixar o aplicativo, encontrar um mensageiro disponível e dar todas as instruções para entrega ou retirada de pacotes, encomendas ou documentos.

Como funciona a Loggi?

A Loggi é um app de logística com o objetivo de intermediar entregas de pessoas jurídicas ou físicas. 

Ela não é uma transportadora. Segundo a empresa, apenas realiza a ligação entre as duas partes envolvidas na entrega.

Dentro do aplicativo, o cliente vai solicitar uma entrega e um entregador vai aceitá-la. 

Com o pedido aceito, a Loggi envia uma mensagem de texto ou e-mail, e o cliente pode rastrear o trajeto completo.

Além das entregas pessoais, a empresa trabalha com escritórios, e-commerces e restaurantes. 

A Loggi disponibiliza notas fiscais e relatórios de trajeto. Para ter acesso, basta consultar o histórico do remetente no app.

Para motoristas

Para registrar o interesse em ser um entregador, a pessoa precisa seguir três passos simples: 

  • Baixar o app “Loggi Para Entregador”;
  • Preencher os dados;
  • Enviar fotos dos documentos solicitados. 

Pagamento

A Loggi trabalha com duas formas de pagamento: repasse semanal ou mensal. 

No primeiro caso, a empresa deposita o dinheiro na conta dos entregadores entre quarta e sexta-feira. O valor é referente ao que foi realizado na semana anterior, ou seja, até domingo 23h59 (de Brasília).

O valor mínimo de repasse é de R$9,90. Contudo, existe uma tarifa fixa de R$8,90, referente aos custos operacionais do repasse semanal. 

Caso o valor mínimo não seja atingido, a tarifa não é cobrada e o dinheiro não é repassado – é preciso acumular até atingir esse valor mínimo.

Já no repasse mensal, o entregador recebe o pagamento na primeira quinta-feira útil do mês. 

Nesse caso, o valor é referente a todos os ganhos do mês anterior. Diferente do repasse semanal, nessa categoria não se cobra tarifa fixa pela operação. 

Para empresas

Para ser uma empresa parceria, é necessário criar uma conta corporativa. 

O interessado deve acessar o site da Loggi, escolher a opção “Criar Conta”, e preencher os dados. Depois de aprovado, o dono da conta se tornará o usuário administrador e poderá incluir seus funcionários na plataforma. 

A Loggi segue um modelo de precificação: agenciamento do frete + pagamento do entregador. 

A empresa envia um resumo de cobrança aos parceiros onde detalha os seguintes valores:

  • Total a pagar;
  • Taxa de concessão mensal;
  • Total consumido com as entregas expressas.

Para clientes

O cadastro para clientes ocorre exatamente da mesma forma para todos: empresas e pessoas físicas. 

Para realizar pedidos, basta clicar na aba “Novo pedido”. Nesta aba será inserido o endereço do local de retirada da encomenda. 

Em seguida, é possível detalhar as instruções para o entregador, especificando se é um pacote ou um documento, quem é o responsável, etc. Caso deseje, você pode rastrear o pedido e ser informado através de notificação por e-mail ou SMS.

O próximo passo é preencher as informações do local de entrega, seguindo os mesmos passos do local de retirada. Contudo, caso seu pedido tenha mais de dois pontos, clique em “+” e repita o mesmo processo.

A próxima etapa é informar se o mensageiro vai precisar realizar outras funções além da entrega, como, por exemplo, ir ao correio, cartório etc. 

O pagamento é feito, exclusivamente, por cartão de crédito. A Loggi aceita apenas duas bandeiras: Mastercard e Visa.

Preço

O valor varia de acordo com a cidade da entrega. 

A Loggi oferece um valor inicial, mas se houver mais de um ponto no trajeto, a forma de cobrança passa a ser: valor fixo + km rodado + pontos adicionais. 

Os valores fixos são:

  • Cidades metropolitanas: a partir de R$ 14,90
  • Interior de São Paulo: a partir de R$ 11,90
  • Norte e Nordeste: a partir de R$ 9,90
  • Centro oeste: a partir de R$ 11,90
  • Sul e sudeste: a partir de R$ 11,90 

Cidades em que opera 

Atualmente, a empresa opera nas maiores cidades do país, como Brasília, Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. 

Para saber sobre todas as cidades em que a empresa opera, é preciso ser um mensageiro parceiro e clicar na aba “Fazer uma entrega” no app. 

Por lá estão listadas todas as regiões disponíveis.