Como divulgar minha empresa de motoboy no Google e YouTube?

Divulgar a empresa de motoboy em redes como Google e YouTube pode alavancar a busca pelo serviço, além de fortalecer a marca da empresa.

Qualquer nicho de mercado, atualmente, necessita estar presente no ambiente online. Isso porque tanto o desenvolvimento das vendas de um produto ou serviço, quanto o de branding da marca e empresa, podem ser favorecidos pela presença no digital.

Nos últimos meses, o mercado de entregas cresceu o bastante para que diversas marcas passassem a alinhar o seu negócio para o formato delivery, atendendo aos consumidores online em sites e aplicativos, próprios ou não.

Sendo assim, muitos gestores se perguntam: como divulgar minha empresa de motoboy no Google e YouTube?

Divulgar empresa de motoboy no Google

Se você pretende rankear bem a sua página no Google, sendo um dos resultados principais do seu segmento nas buscas, atente-se a alguns fatores. Segundo o blog Lahar, há técnicas certeiras de SEO, tais como:

Fazer uma pesquisa de relevância e otimização de palavras-chave.

Para um bom posicionamento no Google, trabalhe com palavras-chave bastante procuradas, o que denota sua importância para os clientes.

Algumas ferramentas podem te ajudar. É o caso do Ubersuggest e o próprio auto complete do Google. Pesquise por palavras relacionadas ao seu mercado e veja o que as pessoas mais estão procurando.

Otimização dos títulos utilizados na sua página

Assim como aqui, no blog da Machine, há uma escolha de palavras-chave para os títulos dos artigos, você deve definir as melhores palavras-chave para a sua página, de acordo com o negócio oferecido e o perfil dos clientes. Os títulos deverão ser simples, diretos e facilitadores.

Além dessas principais, há a otimização de meta-descrições, utilização de links relacionados e uma página com boa acessibilidade e usabilidade. Com essas técnicas, você poderá alavancar seu negócio nas buscas do Google.

Promoção do app na busca ou no display do Google

Para promover o seu app no Google Search e no Google Display, você deve ter uma conta no gmail, para vincular aos serviços de Ads do Google. Já tendo o gmail criado, acesse https://ads.google.com/intl/pt_BR/home/ e conecte-se.

É necessário seguir o passo a passo para completar a criação da conta no Ads e adicionar um cartão de crédito, onde as campanhas serão cobradas (não se preocupe com os gastos, eles podem ser minimamente controlados).

A plataforma do Google, de forma geral, é bem intuitiva, logo, ainda que desconheça algum termo, há uma explicação por lá. Inicialmente, é preciso apenas paciência para aprender a lançar a primeira campanha do zero.

Saiba que é possível criar vários tipos de campanhas no Google, elas poderão aparecer:

  • Nos resultados de busca;
  • Na rede de display (fotos da sua propaganda em sites parceiros do Google);
  • No YouTube (por meio de display ou anúncio de vídeo);
  • No Gmail, através do display; e
  • Em outros serviços do Google, com muitas possibilidades.

Para um dono de aplicativo é interessante as opções de resultado de busca, display ou vídeo promocional no YouTube.

Pense na estrutura:

  • Campanha (o seu objetivo central; exemplo: divulgar seu app em algum lugar especifico);
  • Grupo de anúncios (onde você vai organizar os seus anúncios, podendo separar eles por público);
  • Anúncio (o conjunto de título, descrição, tendo imagem ou não, que ficará visível para o seu cliente).

Criando sua primeira campanha

Para criar sua primeira campanha, clique no botão de “+” no canto superior esquerdo da tela, e escolha para qual finalidade deseja fazer o ad (anúncio):

Selecionando a opção de promoção de app, basta seguir da seguinte forma:

Sobre os valores: utilize o que puder (R$ 20,00 ou R$ 30,00 por dia) e vá aumentando, conforme os resultados forem aparecendo. Esteja sempre “de olho” no desempenho das suas campanhas, até mesmo para melhorá-las.

Agora, você criará o que irá, de fato, aparecer para o seu cliente. Ao preencher, observará que aparece do lado direito, uma prévia de como ficará seu anúncio. Busque uma referência da sua preferência na internet.

Reserve um tempo dedicado a analisar se o seu anúncio está bom o suficiente. Em caso de dúvida, peça ajuda a alguém que tenha uma boa percepção de comunicação.

É importante que seja claro e objetivo.

Divulgação da minha empresa no YouTube

Já na plataforma do YouTube, para alcançar o alcance e relevância desejados, tenha pronto um vídeo bem feito, de até 2 minutos: com qualidade de som e imagem, de preferência, feito por um profissional.

Pode ser um vídeo gravado no seu local de trabalho, ou uma animação, mas consulte bons profissionais que possam realizar esse serviço. Crie um roteiro em parceria, sem deixar de apresentar os pontos principais do seu serviço. Desenvolva-o de forma certeira e, assim, será bom o investimento.

Uma dica importante: os primeiros 6 ou 15 segundos são primordiais, para que o cliente decida ver a sua propaganda de vídeo até o final. Ajuste o seu roteiro considerando esse detalhe, para chamar a atenção já nesse tempo.

Para criar campanhas no YouTube, clique no botão de criação de campanha novamente, e selecione a opção que deseja (é possível ver para quê serve cada uma das opções ao passar o mouse em cima, observe com atenção).

Selecione a opção que estiver mais de acordo com os seus objetivos. 

Se já possuir um site, é recomendado que você selecione a opção de Tráfego de Site; nessa, poderá direcionar o cliente para uma página, onde explicará o seu app, e ainda deixará o link do Google Play inserido nesta página. Essa é uma boa forma de apresentar o negócio para quem ainda não o conhece.

Selecione a opção de vídeo:

Após a seleção, siga o passo a passo da plataforma, ele é bastante intuitivo.

Esperamos que consiga implementar as dicas para o Google e YouTube, e alavancar o sucesso da sua empresa de motoboy nos meios digitais!

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4 sistemas para empresas de motoboy

Procurando sistemas ou softwares para empresas de motoboy ou motofrete? Preparamos uma breve lista com alguns sistemas para você ficar olho.

O mercado de entregas rápidas via motoboy fica cada vez mais competitivo a cada ano que passa.

Com a chegada das grandes empresas de delivery, como iFood e Rappi, essas empresas precisaram se reinventar rapidamente para conseguir “bater de frente” com a concorrência.

Para isso, nada melhor do que aliar a tecnologia ao excelente serviço prestado. Assim, alguns sistemas de gestão podem contribuir para impulsionar esses negócios.

São softwares que permitem que a central agilize os serviços, tenha o próprio aplicativo e o controle financeiro mais organizado.

Por isso, fiquei atento a eles.

Machine

A Machine é a plataforma que permite empresas de motoboy, e demais centrais de entregas rápidas, tenham os próprios aplicativos tipo Loggi, além de um sistema automatizado de despacho de entregas.

A tecnologia é a mais usada entre centrais de transporte de passageiros por todo o Brasil, conseguindo competir com a Uber e 99 em diversas cidades brasileiras.

Graças à uma das funcionalidades da plataforma, o módulo de entregas, empresas de motoboy podem usar a mesma tecnologia, já aprovada no mercado de transporte de passageiros, para lançarem seus próprios apps de entregas, personalizado com logo, tarifas e formas de trabalhar.

Além disso, a central recebe uma plataforma online, que pode disponibilizar a seus clientes. Quando eles necessitarem do serviço da empresa, em alguns cliques a pessoa consegue solicitar um motoboy.

A tecnologia já é utilizada por empresas de todo o Brasil, como a Juma Entregas, de Porto Velho, e a Spin Delivery, de Governador Valadares.

Mapp Sistemas

A Mapp Sistemas é uma empresa mineira de tecnologia, com sede em Betim, que desenvolve sistemas e aplicativos para empresas de transporte.

Fundada em 2013, pelo empresário Marcos Lima, possui clientes tanto no ramo do táxi, quanto no de entregas rápidas via motoboy.

A empresa fornece aplicativos para clientes e colaboradores, além de um site que permite solicitar o serviço da central. Ambos são personalizados com logomarca e características da empresa.

Bluemap

A Bluemap é um sistema para empresas de motofrete e entregas rápidas.

Ela fornece tecnologia para agilizar os serviços dessas empresas, permitindo que elas exerçam a atividade com mais tranquilidade.

A empresa disponibiliza aplicativo Android, para os entregadores da central, e uma área para que os clientes possam solicitar e acompanhar a entrega.

SyLog

A SyLog é um sistema de logística online, voltado à integração das etapas do transporte de mercadoria.

Assim, sua plataforma não atende apenas empresas de motoboy mas, também, transportadoras e negócios do ramo da logística.

O sistema realiza tanto a emissão de notas fiscais, quanto o controle da armazenagem dos produtos e gerenciamento do patrimônio da empresa.

Como pensar em um nome criativo para empresa de motoboy?

O nome é a grande marca do negócio, como clientes e parceiros conhecem a empresa. Por isso, há a importância de um nome criativo para empresa de motoboy.

Criar o nome da empresa é um dos grandes passos que o empreendedor dá na construção do negócio.

Afinal, é como ela será conhecida, divulgada e chamada por clientes, colaboradores e possíveis investidores.

Em relação às empresas de motoboy, não é diferente. Em um mercado tão competitivo, conseguir se diferenciar já no ponto de partida é uma vantagem.

Além disso, a internet trouxe duas caraterísticas que tornam a escolha por um bom nome ainda mais relevante. A otimização para mecanismos de buscas – e lojas virtuais – e a URL dos sites.

A realidade é que não há fórmula mágica mas, sim, alguns passos que o dono da empresa pode seguir para chegar a um nome criativo, bonito e que fixe na cabeça e na boca das pessoas.

Antes, uma breve história

Nada melhor do que um exemplo prático para entender como funciona a construção de um nome criativo para uma empresa de motoboy, não é mesmo?

E o exemplo vem do norte do Brasil, da empresa Juma Entregas. A Juma é, hoje, um dos principais serviços de entregas rápidas da região.

Criada em Porto Velho pela empresária Bruna Bassegio, o negócio nasceu como uma central de motoboys e, atualmente, atua por meio de um aplicativo, conectando restaurantes, farmácias e demais estabelecimentos comerciais aos melhores entregadores da região.

Com certeza, um dos pontos altos da Juma é o nome: simples, direto e muito fácil de memorizar.

Bruna conta que as pessoas sempre têm muita curiosidade para entender a origem do nome da empresa.

Juma nada mais é do que a junção de dois nomes, e uma homenagem de Bruna para duas pessoas essenciais em sua vida: sua sobrinha Júlia e sua irmã Mari.

Assim, vemos que é possível construir um nome original e criativo também quando queremos usar esse espaço para homenagear alguém. E, tudo isso, sem nenhum clichê.

Caso você queira saber mais sobre a história dessa empresa, clique aqui e confira a entrevista completa que a dona da Juma deu para o nosso blog.

Brainstorming

A tradução de Brainstorming é algo como chuva de ideias. Esse é um termo muito comum na publicidade e no empreendedorismo.

Mas, longe de ser apenas um termo estrangeiro, brainstorming nada mais é do que deixar fluir suas ideias sem muito “filtro”. Ou seja, esse é o primeiro momento da escolha do nome da empresa de motoboy, em que o grupo se reúne e começa a falar nomes que, por algum motivo, acham interessantes.

Novamente, sem filtro. Não é o momento de pensar “acho que esse nome já existe” ou “ninguém vai conseguir decorar”. Calma, haverá o momento para essas indagações.

Anote todos os nomes que o grupo pensou.

Filtro e pesquisa

Com os nomes anotados, agora chegou a hora de eliminar aqueles menos interessantes.

Essa eliminação pode começar de forma bem subjetiva e pessoal, eliminando os nomes que a maioria do grupo não gostou.

Mantidos os nomes interessantes, agora chegou a hora de fazer uma pesquisa.

Para isso, dois sites vão ajudar, o do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e o WhoIs.

O primeiro ajuda a identificar se o nome ou marca que o empresário pensou já está registrada por outra pessoa. Afinal, imagine a empresa crescer e, no futuro, for identificado que o nome já estava registrado. Será uma dor de cabeça daquelas.

Já o WhoIs ajuda o empresário a descobrir se o domínio do site está livre ou, caso já esteja comprado, quem é o dono. Isso é essencial, pela questão que comentamos no início do texto, sobre a URL do site.

Muitas empresas grandes, inclusive, possuem esse problema. Uma delas é a empresa aérea Gol. Quem pesquisa apenas pelo nome da empresa e coloca .com.br, acaba caindo em um site com a temática de viagens, mas que nada tem a ver com a linha aérea.

Dessa forma, a empresa foi obrigada a deixar seu domínio como voegol.com.br.

Outra dica importante, nesse momento de filtragem e pesquisa, é caso a empresa de motoboy opere por aplicativos; verificar, nas lojas virtuais, se já existe algum app com esse nome. Afinal, caso exista, provavelmente o Google e a Apple não permitirão o aplicativo.

Decisão

Após passar pelos filtros que falamos, é provável que o empresário chegue em alguns poucos ou, até mesmo, em um único nome, aquele que será o da empresa.

Assim, chegou a hora de fazer os registros necessários.

Nessa parte, os dois sites que comentamos na etapa anterior também ajudarão, ou seja, chegou a hora de fazer o registro da sua marca no site do Inpi e comprar o domínio para o site da empresa.

Em um teste que realizamos, para uma possível empresa de motoboy, o preço do domínio ficou em 11,99 dólares.

Ah, novamente, caso a empresa atue via aplicativo, chegou a hora de subir ele nos sites das lojas virtuais da Google e Apple.

No caso das empresa de motoboys que usam a tecnologia da Machine, nós temos um tutorial bem prático para essa etapa.

Dicas rápidas

Para finalizar, vamos à algumas dicas rápidas sobre a escolha do nome da empresa de motoboy

Fuja de plágios ou “excesso de inspiração”

Algumas empresas acabam criando marcas e nomes fortes e conhecidos dentro de um determinado mercado. Assim, inevitavelmente, eles acabam se tornando inspiração para outras empresas do setor.

No mercado de entregas via motoboy, por exemplo, a Loggi criou uma marca muito forte. No entanto, jamais se deve imitar nomes ou marcas dessas grandes empresas, ou de nenhuma outra.

Além de ilegal, isso gera uma enorme confusão no cliente, que pode até, por engano, solicitar o serviço, mas imediatamente deixará uma crítica bem negativa à empresa, após perceber o engano.

Não inicie a divulgação antes de confirmar o nome

Imagine o cenário em que a divulgação da empresa de motoboy já foi iniciada, os cartazes e flyers estão impressos, mas acabam descobrindo que o nome escolhido não está disponível.

Por isso, essa dica é essencial: não faça qualquer movimento de divulgação, que leve um possível nome da empresa, sem antes confirmar todos os passos que citamos, se ele de fato poderá ser utilizado.

Nome com bairro, região ou DDD

No mercado de entregas, uma possibilidade sempre aventada, de nome para empresa de motoboy, é algo que traga uma característica do local de atuação.

Assim, geralmente, a empresa leva o nome do bairro, da região, da cidade que atua ou até do DDD.

Nesse último caso, além de trazer o aspecto regional, o número do DDD pode facilitar ao cliente achar o aplicativo da central nas lojas virtuais.

Lidar com expressões genéricas do mercado

Todo mercado possui um nome genérico, que ajuda a identificá-lo.

No caso do mercado de entregas rápidas, há uma lista, como:

  • Express;
  • Delivery;
  • Entregas rápidas;
  • Entregas urgentes.

Você pode até inserir um desses termos, para facilitar o processo de identificação da empresa, mas não abra mão de ter um nome próprio, ou seja, use uma dessas expressões como uma espécie de sobrenome.

Lei dos motoboys: tudo o que você precisa saber

Assinada em julho de 2009, a lei regulamenta o exercício das atividades dos motoboys e mototaxistas de todo o Brasil.

A atividade dos motoboys é cada vez mais essencial na vida dos brasileiros.

Graças a esses profissionais, recebemos em nossas casas os mais diversos produtos. De compra de supermercado a remédios e produtos de limpeza.

Se alguém não tinha notado a importância desses profissionais, a pandemia causada pela Covid-19 evidenciou a necessidade contar com os serviços dos motoboys.

Mas, ao mesmo tempo, mostrou os riscos oriundos dessa profissão. Afinal, “não bastava os desafios causados pelo trânsito”.

No dia 29 de julho de 2009, foi sancionada pelo então presidente Lula, a Lei N°12.009, conhecida como a lei dos motoboys e mototaxistas.

A lei regulamentou o exercício da atividade em todo o Brasil, estabelecendo regras gerais de segurança dos serviços de transporte de passageiros e mercadorias em motocicletas e motonetas.

O que diz a Lei dos Motoboys?

A Lei estabelece parâmetros que devem ser cumpridos por motoboys, mototaxistas e empresas em todo o Brasil.

Além disso, especifica algumas punições para o descumprimento das normas.

É o caso do transporte incompatível e em desacordo com a lei vigente, sendo caraterizada uma infração grave, resultando em multa e apreensão do veículo.

Apesar de estabelecer normas nacionais. a lei deixa claro que não tira a autonomia de estados e municípios de aplicar suas próprias exigências.

Vamos agora mostrar o que a lei diz para cada “personagem” desse sistema.

Para os motoboys e mototaxistas

  • Ter completado 21 (vinte e um) anos;
  • Possuir habilitação, por pelo menos 2 (dois) anos, na categoria;
  • Ser aprovado em curso especializado, nos termos da regulamentação do Contran;
  • Estar vestido com colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos, nos termos da regulamentação do Contran

Para os profissionais de serviços comunitários de rua (vigilantes)

Além do que é exigido para os motoboys e mototaxistas, esses profissionais devem possuir:

  • Carteira de identidade;
  • Título de eleitor;
  • Cédula de identificação do contribuinte – CIC;
  • Atestado de residência;
  • Certidões negativas das varas criminais;
  • Identificação da motocicleta utilizada em serviço.

Para as empresas

  • Empregar, ou manter, um contrato de prestação continuada de serviço com condutor de moto-frete sem habilitação na categoria;
  • Fornecer, ou admitir, a utilização de motocicletas ou motonetas, para o transporte remunerado de mercadorias, que não estejam de acordo com as exigências legais.
  • Ser responsável solidária por danos cíveis advindos do descumprimento das normas relativas ao exercício da atividade, previstas na lei.

Para os veículos

  • Possuir autorização emitida pelo órgão ou entidade executivo de trânsito dos Estados e do Distrito Federal;
  • Ser registrado como veículo da categoria de aluguel;
  • Ter instalado protetor de motor mata-cachorro, fixado no chassi do veículo, destinado a proteger o motor e a perna do condutor em caso de tombamento, nos termos de regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito – Contran;
  • Ter instalado aparador de linha antena corta-pipas, nos termos de regulamentação do Contran;
  • Ser inspecionado semestralmente para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança.

Além disso, a lei aponta que:

  • A instalação ou incorporação de dispositivos para transporte de cargas devem estar de acordo com a regulamentação do Contran;
  • É proibido o transporte de combustíveis, produtos inflamáveis ou tóxicos e de galões nos veículos de que trata este artigo, com exceção do gás de cozinha e de galões contendo água mineral, desde que com o auxílio de side-car, nos termos de regulamentação do Contran.

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Como montar uma empresa de motoboy?

O mercado de entregas depende de empresas que saibam aliar excelente serviço e tecnologia. Por isso, esse deve ser o foco ao montar uma empresa de motoboy.

De acordo com informações do aplicativo Mobills, gastos com delivery cresceram mais de 94% entre os meses de janeiro e maio.

Puxando esses números, estão os serviços prestados por motoboys de empresas especializadas e aplicativos de delivery.

No entanto, crescem as reclamações desses profissionais em relação as suas parcerias com os grandes apps.

Basta uma rápida pesquisa para entender os principais desafios dos motoboys pelas ruas do Brasil, e o porquê das manifestações.

Por outro lado, estabelecimentos comerciais também possuem suas queixas, principalmente no que diz respeito às altas taxas, falta de suporte e ausência de informações sobre os seus clientes.

Entender essas reclamações é a chave para quem está pensando em montar uma empresa de motoboy.

Entendendo as dores de estabelecimentos e motoboys

Toda empresa precisa ter como objetivo sanar as dores do mercado.

Afinal, nada adianta entrar em um espaço tão competitivo se for apenas para repetir padrões já estabelecidos. A empresa será só mais uma diante de tantos outros concorrentes, inclusive mais fortes e poderosos do que uma pequena empresa de motoboy.

Assim, já ao colocar no papel a empresa, é necessário estabelecer quais são as dores do mercado, ou seja, os problemas que precisam ser resolvidos e como isso será feito.

No mercado de entregas, atualmente, é necessário sanar a dor de dois lados:

  • Estabelecimentos, que vão contratar a empresa;
  • Motoboys, que vão trabalhar na empresa.

Os grandes apps de delivery representaram uma revolução no mercado de entregas, não há dúvidas.

No entanto, é necessário entender as lacunas que existem para novas empresas de motoboys atuarem, que são:

  • Altas taxas cobradas pelos apps;
  • Falta de informação sobre o cliente final;
  • Falta de padronização na qualidade do serviço;

Do lado dos entregadores, as dores são ainda mais latentes. Podemos destacar:

  • Ganhos baixos;
  • Falta de suporte dos aplicativos.

Desenvolva um plano de negócio

Antes de começar a empreender, independente da área desejada, é fundamental que você estabeleça um plano de negócios.

Quando se trata de uma empresa de motoboy, não é diferente.

Uma boa estratégia servirá como um guia importante nos primeiros meses de operação. 

Nesse momento, você precisa considerar pontos importantes como: nicho, orçamento e formas de operações. Responder à essas perguntas pode te ajudar.

  • Quais são as principais empresas de motoboy que atuam na cidade?
  • Há nichos de atuação no mercado?
  • Qual é o preço médio cobrado por quilômetro nas entregas?

Responder à essas perguntas, junto às dores que citamos atrás, já criará a base da empresa de motoboy que será competitiva na região.

Uma boa alternativa, nesse primeiro passo, é recorrer ao SEBRAE. Na seção de “serviços digitais” do site são oferecidas ferramentas para organização de empresas, como planilhas, calendários e plano de negócio.

Além disso, é imprescindível ter orçamento disponível para investir em marketing e nos custos operacionais para, assim, fazer a sua empresa de motoboy sair do papel.

Formalize seu negócio

Existem algumas maneiras para começar a empreender. A primeira, e mais simples, é se tornando Microempreendedor individual (MEI). Contudo, existem alguns requisitos. São eles:

  • Possuir renda bruta de até R$81 mil por ano, ou seja, R$6.750 de renda bruta mensal;
  • Ter apenas um empregado registrado;
  • Não ter participação em nenhuma outra empresa, seja como sócio ou titular.

Logo, essa é uma opção para quem está começando o negócio.

Depois, o ideal é que se faça a transição para microempresa. Nessa categoria, é obrigatório que o faturamento se mantenha até R$ 360 mil anual, mas não há limite de empregados registrados. A transição é feita pelo Portal do Simples Nacional.

É também neste passo que você vai precisar entrar com toda a documentação e conseguir o alvará de funcionamento. O ideal é contratar um contador profissional – ou empresa de contabilidade – para te orientar no processo.

Determine preços e taxas

Antes de começar a funcionar, você precisa ter uma estrutura de preços definida. Você pode ter uma ideia base de preço pesquisando a concorrência. No início é válido, também, ter uma taxa competitiva, para ajudar a atrair clientes.

Contudo, não esqueça do fluxo do caixa. Você precisa determinar quais serão seus custos contínuos e garantir que você tenha reserva disponível para pagar por eles, além de outros custos variáveis.

Defina a forma de operação da sua empresa

Como seu serviço chegará até o consumidor final? Será através de contrato terceirizado? Ou por meio de central telefônica? 

Além disso, é essencial possuir um aplicativo para a empresa de motoboy.

Dentro desse segmento existem duas opções: contratar um desenvolvedor freelancer ou uma empresa especializada.

Falando especificamente de empresas especializadas, você pode optar por uma que construa seu app do zero ou uma que ofereça uma plataforma white label.

No primeiro caso, essa empresa vai te ajudar a construir um aplicativo 100% novo, em que você poderá participar da criação desde o início, definindo seu design, suas funcionalidades e deixando-o totalmente do seu jeito.

É uma ótima opção, uma vez que você pode personalizar o aplicativo totalmente. Contudo, o custo é bem elevado, o que pode não ser tão interessante, principalmente, para quem está começando.

A via de operação mais vantajosa, nesse cenário, é uma plataforma white label, como a Machine. Você compra um app pronto, com todas as funcionalidades garantidas e personaliza com suas marca, logo e tarifas.

Invista em branding

Não basta ter uma logomarca, criar redes sociais e esperar que as pessoas conheçam a sua empresa. Você precisa investir em branding, ou seja, fazer a gestão da sua marca. 

É muito importante ter presença online, uma estratégia de marketing digital e um desenvolvimento de marca, para que não apenas os seus serviços sejam conhecidos, mas para que sua empresa seja sinônimo de credibilidade e qualidade.

Estudar sobre marketing digital, ou contratar uma empresa para realizar o serviço, é um dos pontos principais do crescimento do seu negócio.

No ramo de entregas, uma maneira muito utilizada de fazer a divulgação da marca é distribuindo bags personalizadas para os motoboys.

Além do blog, você pode conhecer mais sobre o serviço de motoboy pelo nosso canal no YouTube. Inscreva-se e aproveite!

Multidestino: como mostrar os benefícios para meus clientes?

Clientes andam reticentes em despachar mais de um endereço na mesma rota? Vamos te mostrar como aproveitar o multidestino para impulsionar seu negócio.

Mesmo com a funcionalidade de multidestino, alguns estabelecimentos comerciais, clientes de centrais de entregas que usam a tecnologia Machine, acabam optando por despachar individualmente.

Ou seja, em um cenário em que eles receberam cinco pedidos na vizinhança, solicitam cinco entregadores diferentes, mesmo podendo colocar tudo na mesma rota.

Assim, enquanto seu cliente perde agilidade para entregar os produtos com maior velocidade para os consumidores, você não impulsiona os ganhos dos seus entregadores parceiros.

Dessa forma, o multidestino beneficia ambos os lados. Porém, muitas vezes cabe a você atentar ao cliente, como usar essa funcionalidade à favor do estabelecimento.

O que é o multidestino da Machine?

O multidestino é a funcionalidade do módulo de entregas da Machine, que permite gestores ou clientes das centrais de entregas, despachar produtos para mais de um endereço na mesma rota.

Para os clientes da Machine, o sistema está habilitado para adição de nove endereços.

Isso significa que seu cliente pode solicitar o mesmo motoboy para entregas em nove locais diferentes, se for o caso.

Tudo é feito dentro da plataforma, inclusive a configuração de cobrança adicional por parada.

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Como gestor do aplicativo de entregas, seu desafio também é encantar seus clientes. Mostrar a eles como usar essa funcionalidade à favor do delivery.

Por isso, vamos destacar algumas indagações que eles podem fazer a respeito do multidestino e como você pode garantir a eles, a segurança de que o serviço será bem realizado.

Tenho medo de usar multidestino e o motoboy confundir as entregas

Seu cliente pode ficar inseguro em adicionar mais de um endereço e o entregador trocar as entregas. Por isso, ele pode acabar optando por não usar o multidestino. Despachando pedido por pedido.

No entanto, a plataforma da Machine é adaptada para que esse tipo de erro ou confusão não ocorra.

Ao realizar uma solicitação, o cliente pode adicionar informações sobre o pedido. Todos esses dados serão enviados ao aplicativo do entregador, que terá todas as informações que ele precisa para realizar o serviço.

Aliás, é essencial que você encoraje os clientes a completar todas as informações, afinal, isso facilitará o trabalho do entregador, garantindo que o cliente dele tenha a melhor experiência.

Eu e meus funcionários perderíamos tempo criando rotas

Outra preocupação que pode surgir no seu cliente é o tempo que ele gastaria abrindo o mapa, pesquisando o endereço dos clientes e traçando a rota da entrega. No entanto, você pode garantir a ele que isso não é necessário.

Caso você atenda uma farmácia, por exemplo, e o seu cliente receba nove pedidos em nove endereços diferentes, ele só precisa cadastrar as entregas na plataforma e, ao finalizar, selecionar a opção otimizar rota. O sistema calculará qual o melhor caminho, no menor tempo, considerando os endereços cadastrados.

Se eu colocar nove endereços de entregas, minha refeição chegará fria no último cliente

No caso de clientes de bares, restaurantes, hamburguerias, enfim, produtos alimentícios, de fato, colocar nove enderenços de entregas pode prejudicar a qualidade do produto.

No entanto, lembre a ele que é possível adicionar até nove endereços, não necessariamente os nove. Para esse tipo de cliente, aconselhe despachar três ou quatro simultâneos. Assim, ele ganha agilidade a mantém a qualidade da refeição do cliente.

Ah, e da sua parte, não esqueça de sempre contar com uma bag térmica personalizada, que além de garantir a qualidade do produto do cliente, é uma forma de realizar o marketing do seu serviço.

É claro que cada cliente possui peculiaridades, por isso, também a você gestor entender o tipo serviço e adaptar de acordas com as necessidades.

A importância de preencher corretamente os dados da entrega

O módulo de entregas permite adicionar até nove endereços em uma só rota mas, para um serviço de excelência, é essencial o preenchimento correto dos dados da entrega.

Os entregadores da sua central ou estabelecimento já enfrentaram problemas de produtos trocados ou, simplesmente, não acharam o cliente?

A verdade é que isso não é algo raro de acontecer. O cliente pode errar o endereço, colocar uma casa antiga ou, até mesmo, uma eventual “confusão” do entregador pode acontecer.

No entanto, cabe às empresas elaborarem estratégias para minimizar cada vez mais esses contratempos.

Para isso, a tecnologia é, sem dúvida, uma das principais aliadas, desde que seja utilizada da maneira correta.

No módulo de entregas da Machine, por exemplo, centrais de entregas e estabelecimentos comerciais conseguem cadastrar entregadores, despachar corridas direto em um aplicativo próprio, e acompanhar toda a entrega em tempo real.

Imagem do painel de solicitação de entregas da Machine

No entanto, para que isso seja ainda mais efetivo, é necessário que as empresas cadastrem corretamente os dados, que serão enviados para o entregador realizar o serviço.

Nesse texto, separamos algumas questões que você deve ficar de olho durante esse preenchimento e, se necessário, alertar os seus clientes.

Endereços homônimos (com o mesmo nome)

Segundo reportagem da revista Veja, em novembro de 2009, havia mais de 700 ruas e avenidas homônimas, ou seja, que possuem o mesmo nome, apenas na capital de São Paulo.

No entanto, o fenômeno não é exclusividade da “terra da garoa”. Diversos endereços Brasil afora possuem mesmo nome, seja dentro do próprio município ou em cidades vizinhas.

Dessa forma, até a aba endereço deve ser cadastrada com atenção. Verificando se a rua, avenida, alameda etc, é a mesma localidade informada pelo cliente.

O complemento também é necessário, no caso de apartamentos e condomínios.

Informações do cliente, da entrega e adicionais

Ao despachar o pedido pela plataforma da Machine, essas informações podem e devem ser acrescentadas, justamente para facilitar o reconhecimento do entregador.

Sobre os clientes, é possível colocar nome e telefone. Já sobre a mercadoria, o número do pedido.

Por último, é possível acrescentar informações adicionais, aquilo que você julga ser necessário para contribuir com o trabalho do entregador.

Pode ser um ponto de referência, ou a informação de que o produto já está pago, por exemplo.

Retorno ao estabelecimento

No caso de centrais de entregas, como os produtos transportados são de terceiros, os entregadores podem ser requisitados para realizar a cobrança.

Dessa forma, ao final da entrega, eles necessitam retornar ao estabelecimento para fazer a devolução da maquininha ou do dinheiro.

Para facilitar o trabalho, é possível já cadastrar, no momento do despacho, a opção de retorno ao destino.

Otimização de rotas

Ao realizar a solicitação de entregas pela plataforma da Machine, é possível configurar a funcionalidade de otimização de rotas.

Isso significa que, para as centrais e estabelecimentos comerciais que realizam mais de um destino e o foco seja agilidade, é necessário que essa opção seja marcada. Dessa forma, o sistema traça a melhor rota, com o menor tempo, para realizar a entrega.

Você também deve ficar de olho naquelas entregas que são realizadas em locais próximos e, se possível, colocar todas na mesma rota.

Imagem do painel de solicitação de entregas da Machine

Categoria, entregador e forma de pagamento

Antes de finalizar o pedido, também é necessário acrescentar a categoria da entrega, no caso daquelas empresas que oferecem mais de um tipo, e também a forma de pagamento do frete.

Geralmente, centrais de entregas optam por cobrar de forma faturada, ou seja, o frete é realizado e, de tempos em tempos, a central realiza a cobrança do estabelecimento parceiro e repassa aos entregadores.

Por fim, também é possível escolher um entregador específico para realizar o serviço.

Com todas essas informações preenchidas corretamente, a central consegue diminuir as chances de qualquer contratempo, garantindo o melhor serviço possível.

Loggi: a história do principal app de entregas do Brasil

A história da Loggi marca um processo de revolução no mercado de entregas no país, utilizando tecnologia para conectar clientes, empresas e entregadores.

No início de junho de 2020, o Google apresentou um estudo no Brazil at Silicon Valley no qual analisou o momento da economia brasileira, principalmente no que diz respeito à inovação.

A análise mostrou, ainda, quais foram as startups mais procuradas durante a pandemia da Covid-19. O estudo foi feito com base no volume de pesquisas no buscador.

Com a impossibilidade de frequentar bares e restaurantes, ou até mesmo realizar compras em estabelecimentos comerciais, a procura por delivery cresceu 30% entre os meses de março e abril.

Entre as startups que aumentaram seu volume de pesquisa se destacam: iFood, Liv Up, Rappi e Loggi. A última, inclusive, teve aumento de 94% em suas buscas.

Por meio do Google Trends, a plataforma do Google para análise de dados de pesquisa, é possível ver que em junho de 2020, a empresa teve seu maior volume de buscas na história. Com uma forte tendência de alta desde o início da pandemia.

Assim, na medida em que os olhos dos brasileiros vão se voltando para a Loggi, vamos descobrir um pouco da história dessa empresa, que revolucionou a forma de solicitar um motoboy.

A História da Loggi

Em entrevista ao portal StartSe, o fundador da Loggi, Fabien Mendez, destrinchou sua história e da empresa que fundou e preside até hoje.

O francês nasceu no pequeno vilarejo de Le Bosc, na Riviera Francesa, mas foi morar na Espanha durante sua adolescência.

No entanto, anos depois, retornou ao seu país natal, mas precisamente para capital Paris, em que foi estudar Direito e Economia.

Ainda na capital francesa, Fabien começou a trabalhar como analista de fusões e aquisições na J.P Morgan, uma das principais consultorias financeiras do mundo.

Oriundo do mercado financeiro, foi graças a um emprego que veio morar e começar a empreender no Brasil.

Apesar disso, o país não era novidade para Fabien, que anos antes havia se encantado com a famosa capa da revista The Economist, em que o Cristo Redentor aparecia decolando como um foguete. Além disso, o francês havia feito intercâmbio pela Fundação Getúlio Vargas.

Imagem: The Economist/reprodução

Contratado como executivo da BNP Paribas, maior banco de investimento da França, desembarcou na capital paulista como funcionário, mas tempo depois decidiu abrir seu próprio negócio.

Curiosamente, apostou no mercado de transporte de passageiros por aplicativo, com o app GoJames. No entanto, em um país que até então nem a Uber atuava e a regulamentação era praticamente inexistente, o negócio não durou muito. Porém, ficou a enorme vontade de empreender.

O momento da virada

Era junho de 2013 e o país vivia uma crise política e econômica. Tal cenário aliado a um empreendimento mal sucedido seria o conjunto necessário para muitas pessoas desistirem de empreender. Mas Mendez não pensou assim.

Segundo o blog da Loggi, ao observar o intenso fluxo de motoboys no país e as falhas na organização e no processo de entrega como um todo, decidiu investir no ramo para otimizar a operação.

Junto ao desejo de melhorar o sistema de entregas, veio a regulamentação da profissão, que fez com que os motoboys precisassem atender a mais critérios para trabalhar.

Além disso, apesar da situação financeira do país, naquele momento houve uma expansão de smartphones com preço acessível, o que aumentou o acesso não só à internet, mas também a aplicativos e funcionalidades online para as classes mais baixas. E foi aí que a Loggi nasceu.

Assim, o app passou a facilitar a vida de pessoas físicas ou jurídicas. Basta baixar o aplicativo, encontrar um mensageiro disponível e dar todas as instruções para entrega ou retirada de pacotes, encomendas ou documentos.

Hoje, sete anos após a criação, a Loggi conta com mais de 2.500 motoboys em quatro estados e segue em expansão mesmo durante a pandemia. Uma visão à frente do tempo que trouxe benefícios a longo prazo.

Em matéria da revista Veja, em julho de 2019, a empresa dizia realizar 100 mil entregas diárias, com projeto de bater 5 milhões até o final de 2022, conectando 95% dos brasileiros.

Além disso, está presente em 36 municípios do país, o que representa 35% da população e 70% do e-commerce nacional,.

Loggi: um aplicativo de delivery?

No mercado de entregas, dividimos os aplicativos entre os que possuem o marketplace, ou seja, em que você pode realizar compras diretamente no app, que é o caso do iFood ou Rappi, e aqueles sem o marketplace, focados na entrega e transporte de mercadorias, como os apps que usam o módulo de entregas da Machine e a Loggi.

A própria empresa se declara como um aplicativo de entregas via motoboy. Ela funciona como uma intermediária que contecta clientes a um mensageiro.

Ao realizar o pedido, o cliente descreve o que o mensageiro deve fazer. Entre as opções estão retirar um documento, uma encomenda ou outra ação que deve ser especificada. 

Atualmente, a empresa tem foco em três públicos: escritórios, restaurantes e e-commerces.

Além disso, por meio do seu programa Leve, a empresa tenta expandir seu sistema de franquias pelo Brasil.

Como divulgar minha empresa de motoboys?

Em cenários como o atual, serviços de entrega não param de crescer. Se você empreende no ramo, pode ter a dúvida: como divulgar minha empresa de motoboys?

Os serviços de entrega passaram por uma transição relevante nos últimos meses. Se, anteriormente, seu uso era opcional, no isolamento social, passou a ser essencial no dia a dia dos consumidores.

Se você tem uma central de motoboys, seus clientes estão à sua espera. Mas como falar para o mundo que sua central existe? E como se diferenciar da concorrência?

Se você tem dúvidas sobre como divulgar sua empresa de motoboys, fique atento às dicas desse texto!

Dicas para a divulgação da sua empresa de motoboys

Em um mercado de grande concorrência, para atrair e reter novos clientes, vale o investimentos em algumas estratégias básicas.

Marketing nas redes sociais

As redes sociais podem alavancar o seu negócio, à medida que se popularizam entre os clientes. Estar presente na internet e nas redes, hoje em dia, é primordial para o sucesso de um produto ou serviço, pois é a partir dessas redes de troca e informação que novos contratos acontecem.

A divulgação online, se bem feita, pode auxiliar o seu crescimento e, até mesmo, na fidelização dos seus clientes. Nas redes sociais, é possível expor o formato do serviço, os valores da empresa, além de informações, vídeos, ofertas e afins.

Invista tempo e, até mesmo, uma parte do seu orçamento nesse meio, para anúncios online, que poderão te oferecer bons resultados a curto, médio e longo prazo.

Propósito e valores da empresa

Transmitir, para os clientes, as suas ideias e percepções acerca do serviço oferecido, além de toda a concepção sobre a qual o seu negócio foi criado e é difundido: seu propósito e valores principais.

O que sua empresa tem, que outras semelhantes não proporcionam? Quais são os valores-base que sustentam seu negócio, e que são a “chave” para o bom serviço oferecido? Permita que seus valores, como criatividade e honestidade, transpareçam em seu discurso.

Mais do que estar apenas em um discurso, esses valores devem nortear você, gestor, e os profissionais e motoboys envolvidos em toda a operação.

Atendimento de excelência

Para que seu atendimento seja considerado excelente, e efetivo, você deve considerar ter suporte e uma central de atendimento, que possam oferecer todo o auxílio necessário e requerido pela sua clientela (e futuros clientes).

Dúvidas, sugestões, reclamações, pedidos de informação, dentre outros, muitas são as questões que podem surgir nesse atendimento e, por isso, é interessante que a sua equipe dedicada a dar o devido suporte ao cliente esteja treinada e alinhada com a sua gestão da operação.

Telefone da central, mensagens via WhatsApp, site próprio e outros meios são as ferramentas básicas, atualmente, para atender às requisições.

E para criar a minha própria empresa de motoboys?

Se a possibilidade de ter o seu próprio aplicativo de entregas via motoboy e divulgá-lo te interessa, venha conhecer melhor a plataforma Machine.

Com a nossa tecnologia, você pode gerir seu negócio de entregas via motoboy, com esforço muito baixo para um mercado cada vez mais aquecido.

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